Equador anuncia registro da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19

© Sputnik / Aleksandr Kryazhev / Abrir o banco de imagensEm Novosibirsk, na Rússia, ampolas da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 são exibidas, em 30 de abril de 2021
Em Novosibirsk, na Rússia, ampolas da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 são exibidas, em 30 de abril de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 15.05.2021
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Neste sábado (15), o governo do Equador anunciou o registro para uso local da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19.

O Equador emitiu a autorização em caráter de emergência para a Sputnik V, tornando-se o 66º país a permitir o uso local do imunizante. A informação foi divulgada pelo Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo).

"O Fundo Russo de Investimentos Diretos anuncia a aprovação da vacina russa Sputnik V contra o novo coronavírus na República do Equador. A Sputnik V recebeu uma autorização de uso de emergência", disse o RFPI em comunicado neste sábado (15).
© REUTERS / Presidência da Guatemala Funcionários recebem primeira remessa de doses da Sputnik V a chegar na Guatemala
Equador anuncia registro da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 - Sputnik Brasil, 1920, 15.05.2021
Funcionários recebem primeira remessa de doses da Sputnik V a chegar na Guatemala

A vacina russa Sputnik V foi a primeira vacina contra o novo coronavírus a ser aprovada no mundo, ainda em agosto de 2020. Desde então o imunizante passou a ser utilizado em dezenas de países, incluindo na América Latina. É o caso de Paraguai, Bolívia, Argentina e México. No Brasil, o imunizante segue aguardando a liberação.

Na quarta-feira (12), o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, defendeu em declaração que o imunizante russo seja aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmando que acredita que a Sputnik V "é um dos elementos-chave para sermos capazes de enfrentar" o desafio da pandemia.

Conforme dados da Universidade Johns Hopkins, o Equador acumula um total de 407.002 casos confirmados e 19.514 mortes causadas pela doença. Já a vacinação em curso no país, de cerca 17 milhões de habitantes, alcançou 1,1 milhão de pessoas com pelo menos a primeira dose de uma vacina, segundo levantamento do site Our World in Data.

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