Taiwan monitora sobrevoos chineses com mísseis terrestres ao invés de usar aeronaves

© AFP 2022 / Chiang Ying-yingCaça F-16 da Força Aérea de Taiwan (foto de arquivo)
Caça F-16 da Força Aérea de Taiwan  (foto de arquivo)  - Sputnik Brasil, 1920, 29.03.2021
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Força Aérea de Taiwan monitora aviões chineses com mísseis terrestres para economizar recursos, ao invés de lutar cada vez que aeronaves chinesas se aproximam de sua zona de identificação de defesa aérea.

Discursando no parlamento, o vice-ministro da Defesa taiwanesa, Chang Che-ping, afirmou que inicialmente caças foram enviados cada vez que os aviões chineses apareciam na intenção de interceptá-los, e que essas missões estariam concentradas na parte sudeste da zona de identificação de defesa aérea de Taiwan.

Como o processo consumia muito tempo e recursos, foi alterado, e Taiwan começou a mandar aviões mais lentos se a China os mandasse da mesma forma. Porém, isso também mudou, adicionou Che-ping citado pela agência Reuters.

"Portanto, agora usamos em grande parte as forças de mísseis terrestres para rastreá-los. Estamos considerando a questão da guerra de desgaste", disse o vice-ministro da Defesa de Taiwan.

A China considera que a ilha é parte integrante de seu próprio território, e nunca renunciou ao uso da força para reassumir seu controle.

Em outubro, o ministro da Defesa de Taiwan, informou que gastou cerca de US$ 900 milhões (R$ 5,1 bilhões) em 2020 para lutar contra incursões chinesas, descrevendo a pressão que enfrentam por Pequim como "grande".

Na sexta-feira (26), Taiwan acusou a China de sobrevoar com 20 aviões no espaço aéreo taiwanês. Entre as aeronaves, estiveram quatro bombardeiros com capacidade nuclear H-6K, dez caças J-16 e dois aviões Y-8 de guerra antissubmarino, segundo informou autoridades de Taipé.

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