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Um dia após criação de comitê para enfrentar pandemia, Bolsonaro critica isolamento

© AP Photo / Eraldo PeresPresidente do Brasil, Jair Bolsonaro, retira máscara protetora durante cerimônia no Palácio do Planalto, 10 de março de 2021
Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, retira máscara protetora durante cerimônia no Palácio do Planalto, 10 de março de 2021  - Sputnik Brasil, 1920, 25.03.2021
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Um dia após reunião de pacificação na qual anunciou criação de comitê contra a COVID-19, presidente Jair Bolsonaro criticou as medidas de isolamento social adotadas por prefeitos e governadores. 

Na quarta-feira (24), o presidente se reuniu com chefes de Poderes, ministros e governadores para tentar elaborar estratégia comum na luta contra a pandemia. Após o encontro, foi anunciada a criação de um comitê para enfrentar a crise. 

Nesta quinta-feira (25), em transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro voltou a defender o fim das medidas de restrição à circulação e ao comércio. 

"Agora, se a economia parar, pessoal, se a política 'feche tudo' continuar de forma radical, a gente não sabe onde vai parar o nosso Brasil aí. Na favela Chaparral [DF], na semana passada, vimos os problemas lá", afirmou o mandatário. "Eu gostaria que prefeitos e governadores, alguns devem fazer, mas que a grande maioria fosse visitar essas pessoas para ver como estão vivendo", acrescentou. 

'Nos preocupamos sim com a vida'

Bolsonaro disse ainda que o auxílio emergencial, que voltará a ser pago, com valores menores, a partir do mês que vem, ajudará os atingidos pela política do "fique em casa, feche tudo". Segundo o presidente, o governo federal fez com que a economia ficasse "viva" no ano passado com a distribuição do auxílio, que saiu somente após pressão do Congresso e da sociedade.

Na transmissão, Bolsonaro defendeu as medidas tomadas pelo governo para enfrentar a pandemia, elogiando o trabalho do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. 

"Nos preocupamos sim com a vida", disse Bolsonaro. O Brasil já aplica em média 500 mil vacinas diárias [a média real é de cerca de 277 mil doses por dia]. Isso vai aumentar com certeza, falta uma melhor interlocução entre a ponta da linha, estados e municípios com o Ministério da Saúde para que cada vez mais seja corrigida a quantidade de pessoas que são vacinadas", complementou. 

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