Estudos revelam que novas cepas do coronavírus são mesmo mais perigosas e aumentam mortalidade

© REUTERS / Lucy NicholsonPaciente infectado com o novo coronavírus (COVID-19) é entubado em UTI de Mission Viejo, Califórnia, EUA, 8 de janeiro de 2021
Paciente infectado com o novo coronavírus (COVID-19) é entubado em UTI de Mission Viejo, Califórnia, EUA, 8 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 19.03.2021
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A Suíça revelou que novos estudos mostram que as novas cepas da COVID-19 são mais perigosas do que a variante original do vírus, aumentando a significativamente a taxa de mortalidade.

Os estudos mostraram que as novas cepas da COVID-19, inclusive a britânica, são mais perigosas do que o vírus original, afirmou durante uma coletiva de imprensa o conselheiro federal de assuntos internos da Suíça responsável pela Saúde, Alain Berset.

"Temos pensado e afirmado durante muito tempo que as novas variantes são mais contagiosas, mas não levam ao aumento de mortalidade. E agora temos um grande número de estudos publicados de alta qualidade que mostram o contrário. Mostram que o nível de mortalidade ultrapassa 50%", disse Berset respondendo à pergunta se as autoridades têm dados confirmados sobre mortalidade de novas cepas do coronavírus.

No dia anterior (18), o diretor regional para a Europa da Organização Mundial da Saúde, Hans Kluge, declarou que a cepa britânica da COVID-19 predomina nos países da Europa.

O Brasil já registrou 11.780.820 casos, 287.499 óbitos e 10.384.673 pacientes recuperados da COVID-19. No mundo há 121.931.506 casos confirmados, 2.693.814 mortes e 69.078.677 pacientes recuperados do coronavírus.

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