Washington e Seul prometem aumentar poder de dissuasão após queixas de Pyongyang

© AP Photo / Ahn Young-joonCartazes apoiando a aliança entre Estados Unidos e Coreia do Sul perto da embaixada americana em Seul, em 4 de fevereiro de 2021
Cartazes apoiando a aliança entre Estados Unidos e Coreia do Sul perto da embaixada americana em Seul, em 4 de fevereiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 18.03.2021
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Os Estados Unidos e a Coreia do Sul prometeram melhorar sua postura de dissuasão combinada e manter exercícios militares conjuntos, apesar das reclamações da Coreia do Norte à realização dessas atividades na região.

O anúncio foi feito após negociações realizadas nesta quinta-feira (18), em Seul, entre o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, o secretário de Defesa Lloyd Austin e seus colegas sul-coreanos, Chung Eui-yong e Suh Wook. 

​"As autoridades americanas reafirmaram o compromisso dos Estados Unidos com a defesa da República da Coreia e sua ampla dissuasão usando toda a gama de capacidades dos EUA. Ambos os lados se comprometeram a fortalecer a postura de dissuasão da aliança e reiteraram a importância de manter a prontidão conjunta contra todas as ameaças compartilhadas à aliança por meio de treinamento e exercícios combinados", disseram os dois lados em comunicado conjunto. 

Na última terça-feira (16), Kim Yo Jong, uma autoridade sênior e irmã do líder norte-coreano, Kim Jong-un, condenou os exercícios militares conjuntos entre forças dos EUA e da Coreia do Sul na península coreana, afirmando que os mesmos jogariam contra os esforços de reaproximação entre Seul e Pyongyang. Ela pediu também que o governo americano parasse de se intrometer nesse assunto se quisesse "dormir em paz nos próximos quatro anos". 

​O comunicado conjunto destaca também que Washington e Seul concordam que as tropas americanas na Coreia do Sul continuarão a desempenhar um papel crucial para a manutenção da paz e estabilidade na região, que o programa nuclear e de mísseis da Coreia do Norte continua sendo uma prioridade para a aliança e que serão mantidas as conversações de alto nível enquanto a administração Biden conduz uma revisão da política dos EUA na península.

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