'Faca na garganta': portal chinês avalia chances de OTAN tomar região russa de Kaliningrado

© Sputnik / Eduard Molchanov / Abrir o banco de imagensArtilharia autopropulsada Koalitsiya-SV durante a Parada da Vitória em Kaliningrado
Artilharia autopropulsada Koalitsiya-SV durante a Parada da Vitória em Kaliningrado - Sputnik Brasil, 1920, 18.03.2021
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Os armamentos que a Rússia tem disponíveis na região de Kaliningrado muito provavelmente impediriam a OTAN de tomar este território, escreve o portal chinês Sina.

O autor do artigo publicado no portal Sina relembra que anteriormente o Centro Analítico da Marinha dos Estados Unidos descreveu um possível cenário de captura do território russo, isolado na Europa, pelas forças do Exército da Polônia, que faz parte na OTAN. No entanto, exercícios de simulação no país europeu demonstraram que, em caso de guerra com a Rússia, as forças militares do país seriam destruídas completamente em alguns dias.

Quanto a Kaliningrado, o autor relembra que no território de 25 mil quilômetros quadrados estão posicionados sistemas de mísseis russos Iskander, bem como sistemas antiaéreos S-400. Além disso, o autor nota a presença na Rússia de bombardeiros Tu-22M3, capazes de carregar mísseis nucleares, e também de caças MiG-31 equipados com mísseis Kinzhal.

© Sputnik / Aleksandr TarasenkovBombardeiro supersônico Tu-22M3
'Faca na garganta': portal chinês avalia chances de OTAN tomar região russa de Kaliningrado - Sputnik Brasil, 1920, 18.03.2021
Bombardeiro supersônico Tu-22M3

De acordo com suas palavras, todo este arsenal permite à Rússia atacar com uma força devastadora os países da Aliança Atlântica. As colossais tropas blindadas do país, sob proteção de sistemas antiaéreos e caças, sempre foram "um pesadelo" para a OTAN.

"Kaliningrado é uma faca afiada encostada na garganta da aliança. Sua existência sempre impediu que os países ocidentais agissem de modo imprudente na questão russa", diz o artigo.

Recentemente, o governador da região de Kaliningrado, Anton Alikhanov, ressaltou que é difícil acusar a Rússia de comportamento agressivo em relação com os Estados vizinhos e apelou aos colegas ocidentais para pararem de criar teorias sobre "quem e onde vai invadir e quais tanques vão circular sobre quais calçadas".

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