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Pazuello diz que entrega ministério estruturado: 'Queiroga reza na mesma cartilha'

© Folhapress / Raul SpinasséEx-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, ao lado de Marcelo Queiroga, que o substituiu no cargo (16 de março de 2021)
Ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, ao lado de Marcelo Queiroga, que o substituiu no cargo (16 de março de 2021) - Sputnik Brasil, 1920, 17.03.2021
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O general Eduardo Pazuello afirmou que seu sucessor no Ministério da Saúde, o cardiologista Marcelo Queiroga, seguirá uma linha de trabalho parecida com a sua no cargo.

A afirmação foi feita em evento no Rio de Janeiro, na manhã quarta-feira (17), para a entrega das primeiras 500 mil doses da vacina contra COVID-19 produzidas diretamente pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

"Posso afiançar aos senhores, estamos muito bem alinhados [com a Fiocruz]. Temos pela frente uma transição do cargo de ministro que é apenas uma continuidade do trabalho. O doutor Marcelo Queiroga reza na mesma cartilha. Só tem um detalhe: vou entregar a ele um ministério estruturado, organizado, funcionando e com tudo pronto. Ele, como médico-cardiologista e com todo seu conhecimento técnico, vai poder navegar por essa ferramenta em prol da Saúde do Brasil", disse Pazuello, conforme publicado pelo G1.
© Folhapress / Raul Spinassé Ministro da Saúde Marcelo Queiroga (foto de arquivo)
Pazuello diz que entrega ministério estruturado: 'Queiroga reza na mesma cartilha' - Sputnik Brasil, 1920, 17.03.2021
Ministro da Saúde Marcelo Queiroga (foto de arquivo)

Na terça-feira (16), Queiroga já havia afirmado que foi escolhido para dar prosseguimento ao trabalho de Pazuello. Segundo ele, os rumos da política de Saúde continuarão sendo determinados pelo presidente Jair Bolsonaro.

O país não para de bater recordes de mortes por COVID-19. Apenas nesta terça-feira (16), o Brasil registrou 2.798 óbitos e 84.124 casos em 24 horas. No total, já são 282.400 mortes e mais de 11.609.601 de diagnósticos confirmados.

A média móvel dos últimos sete dias é de 1.976. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação é de +48%, indicando uma tendência de alta nos óbitos pela doença.

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