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Bolsonaro é alvo de recorde de pedidos de investigação à PGR, diz jornal

© REUTERS / Adriano MachadoO presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional, em Brasília, no dia 23 de fevereiro de 2021
O presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional, em Brasília, no dia 23 de fevereiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 17.03.2021
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Os pedidos para investigar presidentes levados à Procuradoria-Geral da República (PGR) bateram recorde no governo de Jair Bolsonaro, com 93 representações registradas desde a posse, em 2019.

A quantidade supera a soma do que foi apresentado contra os dois últimos presidentes da República. Dilma Rousseff recebeu 36 em seu segundo mandato até o impeachment e Michel Temer foi alvo de 53 pedidos. Os dados foram divulgados pelo jornal Estadão.

De cada três pedidos de investigação contra Bolsonaro, dois foram apresentados a partir de março do ano passado, quando começou a pandemia de COVID-19.

O número de pedidos de impeachment protocolados contra o presidente também disparou durante a crise sanitária. Ao todo, já são 74 registros por impedimento.

Muitos dos pedidos de investigação acusam Bolsonaro de infrações a medidas sanitárias por não usar máscara e também por genocídio. Outros alegam crime de responsabilidade.

© Folhapress / Pedro Ladeira/FolhapressO presidente Jair Bolsonaro e o procurador-geral da República, Augusto Aras, em Brasília, em abril de 2020
Bolsonaro é alvo de recorde de pedidos de investigação à PGR, diz jornal - Sputnik Brasil, 1920, 17.03.2021
O presidente Jair Bolsonaro e o procurador-geral da República, Augusto Aras, em Brasília, em abril de 2020

Até agora, o procurador-geral da República, Augusto Aras, já arquivou 82% das representações contra Bolsonaro.

"As representações à PGR chegam a 300 por mês [contra autoridades, não apenas contra o presidente]. A mera autuação não significa que haja ali indício de crime", disse Aras, por meio de sua assessoria, de acordo com o Estadão.
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