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Mais um recorde: 2.349 pessoas morreram pela COVID-19 no Brasil nas últimas 24 horas

© REUTERS . PILAR OLIVARESCaixão com vítima da COVID-19 no Cemitério São Francisco Xavier no Rio de Janeiro em 16 de dezembro de 2020
Caixão com vítima da COVID-19 no Cemitério São Francisco Xavier no Rio de Janeiro em 16 de dezembro de 2020 - Sputnik Brasil, 1920, 10.03.2021
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O Brasil voltou a quebrar o recorde negativo do maior número de mortes registradas em 24 horas pela COVID-19 nesta quarta-feira (10): foram 2.349 óbitos causados pela pandemia no último dia.

Com a atualização, o país também superou o recorde na média móvel de mortes dos últimos sete dias. A marca chegou a 1.645 – o que representa uma variação de 43% em relação à média de 14 dias atrás.

O país ultrapassou a marca dos 270 mil óbitos e a contagem agora está em 270.917. Em casos confirmados, são 80.955 novas infecções pelo novo coronavírus, totalizando 11.205.972 brasileiros que já tiveram ou têm diagnóstico positivo para o contágio.

Todos os números são do consórcio de imprensa, que informou também o balanço da vacinação no Brasil. No total, 9.013.639 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a COVID-19, o que representa 4,26% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 3.166.189 pessoas, 1,50% da população do país.

© REUTERS / Ueslei MarcelinoHomem da etnina indígena Hupda recebe dose da vacina contra o coronavírus de Oxford/AstraZeneca na aldeia Taracua Igarapé, no município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas
Mais um recorde: 2.349 pessoas morreram pela COVID-19 no Brasil nas últimas 24 horas - Sputnik Brasil, 1920, 10.03.2021
Homem da etnina indígena Hupda recebe dose da vacina contra o coronavírus de Oxford/AstraZeneca na aldeia Taracua Igarapé, no município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas

Nesta quarta-feira (10), o presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que facilita a compra de vacinas contra a COVID-19 prevendo a dispensa de licitação e regras mais flexíveis para a aquisição de insumos e serviços necessários para os imunizantes.

Também nesta quarta-feira (10), o governador de São Paulo, João Doria, disse que uma pesquisa garante que a CoronaVac é eficaz contra as três variantes do coronavírus em circulação no Brasil: a britânica, a brasileira e a sul-africana. No entanto, não foram divulgados maiores detalhes do estudo.

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