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Fiocruz anuncia início da produção local em larga escala da vacina de Oxford/AstraZeneca

© Folhapress / Érica Martin/EnquadrarFachada da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, que produzirá vacina de Oxford contra coronavírus no Brasil
Fachada da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, que produzirá vacina de Oxford contra coronavírus no Brasil - Sputnik Brasil, 1920, 08.03.2021
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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que vai dar início à produção em larga escala da vacina de Oxford/AstraZeneca nesta segunda-feira (8).

As injeções fabricadas com o ingrediente farmacêutico ativo importado da China passaram nos testes de estabilidade e de consistência e, com isso, a Fiocruz recebeu o aval para dar prosseguimento à produção. A informação foi publicada pela Folha.

A primeira remessa das doses produzidas pela Fiocruz deveria ser distribuída nos próximos dias, mas acabou adiada para o fim de março por conta de uma falha técnica em uma máquina que lacra as embalagens dos imunizantes.

A previsão é que 3,8 milhões de doses já produzidos em solo brasileiro, no Rio de Janeiro, sejam entregues ao Ministério da Saúde até o fim de março.

© Sputnik / Vladimir TrefilovSeringa e logo da farmacêutica AstraZeneca
Fiocruz anuncia início da produção local em larga escala da vacina de Oxford/AstraZeneca - Sputnik Brasil, 1920, 08.03.2021
Seringa e logo da farmacêutica AstraZeneca

A última das remessas de insumos importados da China que já chegaram ao Brasil foi recebida pela Fiocruz no dia 28 de fevereiro. Com novos lotes que continuarão a chegar até junho, a Fundação prevê que será possível ter 100,4 milhões de doses da vacina. 

As vacinas da Fiocruz serão essenciais para dar prosseguimento à vacinação nacional. Até o balanço divulgado neste domingo (7) 8.220.820 cidadãos brasileiros já haviam recebido pelo menos uma dose de uma das vacinas contra a COVID-19, o que representa 3,88% da população brasileira. Destas, 2.718.147 já tomaram também a segunda dose.

Segundo reportagem publicada nesta sexta-feira (5), integrantes da cúpula do Ministério da Saúde avaliam que o Brasil vai viver nas próximas duas semanas o pior momento da pandemia, e os registros de mortes por dia podem passar de três mil.

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