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'Lado positivo': Bolsonaro diz que PIB do Brasil não caiu tanto quanto de outros países

© REUTERS / Ueslei MarcelinoPresidente do Brasil, Jair Bolsonaro, ri durante cerimônia com prefeitos no Palácio do Planalto, em Brasília, 23 de fevereiro de 2021
Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, ri durante cerimônia com prefeitos no Palácio do Planalto, em Brasília, 23 de fevereiro de 2021  - Sputnik Brasil, 1920, 03.03.2021
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O presidente Jair Bolsonaro minimizou nesta quarta-feira (3) a queda de 4,1% do PIB brasileiro, argumentando que a previsão era pior e outros países tiveram números mais baixos. 

O chefe de Estado admitiu que não tinha conhecimento da divulgação dos dados, mas, ao ser questionado sobre o tema, disse que via um "lado positivo" no desempenho econômico do Brasil em 2020. 

"Desculpa, eu não tomei conhecimento da avaliação do PIB. O que eu posso falar para você que se esperava que a gente ia cair 10%, parece que caímos 4%. É um dos países que menos caiu no mundo todo, então, tem esse lado positivo", afirmou o presidente, segundo o jornal O Globo, após reunião com embaixadores do Golfo Pérsico, em Brasília.

A queda de 4,1% é a maior da história brasileira desde 1990, ano em que as poupanças foram confiscadas pelo governo Collor. Além disso, o resultado tirou o país do ranking das dez maiores economias do mundo, após 14 anos na lista. 

Auxílio emergencial

Segundo Bolsonaro, um dos fatores que fez a recessão não ser pior foi o auxílio emergencial, o que é corroborado pela opinião de economistas. Inicialmente, o benefício proposto pelo governo era de R$ 200, mas, após pressão de políticos e da sociedade, o Congresso conseguiu aumentar o valor para R$ 500. 

Diante disso, o governo fechou um valor de R$ 600. O benefício deixou de ser pago em dezembro do ano passado, com as últimas parcelas sendo distribuídas em janeiro de 2021. Bolsonaro vinha se negando a prorrogar o auxílio, mas agora admite que ele seja pago por mais alguns meses em um valor de cerca de R$ 250. 

"O que que fez a economia movimentar? Em parte, o auxílio emergencial. Esse dinheiro quando vai para o município, ele roda a economia local que interfere na arrecadação de impostos municipais, estaduais e federais também", afirmou o presidente. 
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