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O pior dia da pandemia no Brasil: país tem 1.726 mortes em 24 horas

© Folhapress / Futura PressO cemitério de Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte de São Paulo (SP), no dia em que o Brasil atingiu a marca das 250 mil mortes provocadas pela COVID-19
O cemitério de Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte de São Paulo (SP), no dia em que o Brasil atingiu a marca das 250 mil mortes provocadas pela COVID-19 - Sputnik Brasil, 1920, 02.03.2021
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O Brasil segue quebrando recordes negativos na pandemia: nesta terça-feira (2), o país registrou o maior número de mortes desde o primeiro caso de COVID-19 em território nacional. Foram 1.726 mortes pela doença registradas em 24 horas.

A contagem de óbitos pela pandemia no país agora está em 257.562. A média móvel de mortes também nunca esteve tão alta no Brasil: é como se 1.274 pessoas tivessem morrido pela COVID-19 em cada um dos últimos sete dias. A variação em comparação à média de 14 dias atrás é de +23%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença. Este é o 41º dia seguido com a média móvel acima da marca de mil mortes.

Já a contagem de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus no país está em 10.647.845. Destes, 58.237 casos foram confirmados no último dia.

Todos os números são do consórcio de imprensa, que divulgou também o balanço da vacinação no Brasil. Já receberam a primeira dose de vacina contra a COVID-19 7.106.147 pessoas no país, o que representa 3,36% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 2.166.982 pessoas (1,02% da população). No total, 9.273.129 doses foram aplicadas no Brasil.

Nesta terça-feira (2), o vice-presidente Hamilton Mourão disse que "não adianta" implementar um isolamento nacional para frear o avanço da segunda onda da COVID-19 no Brasil. Segundo ele, "o povo gosta de estar na rua".

Também nesta terça-feira (2), os estados de Santa Catarina e Minas Gerais começaram a transferir pacientes para outros estados por conta da lotação de leitos de unidades de tratamento intensivo. 

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