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Ministério da Saúde descarta ação única de restrições por proibição de Bolsonaro, diz jornal

© Folhapress / Edu AndradeEm Brasília, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (à esquerda), e o agora ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello (à direita), participam de cerimônia no salão nobre do Palácio do Planalto, em 14 de outubro de 2020
Em Brasília, o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro (à esquerda), e o agora ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello (à direita), participam de cerimônia no salão nobre do Palácio do Planalto, em 14 de outubro de 2020 - Sputnik Brasil, 1920, 01.03.2021
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Alguns representantes da pasta já admitiram que há a necessidade de medidas mais duras para conter o avanço da pandemia no país, mas o ministério tem seguido as orientações do presidente Jair Bolsonaro.

Governadores e secretários de Saúde de diversos estados brasileiros têm solicitado ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, um plano único de medidas de restrições sociais no país para conter o avanço da pandemia de COVID-19.

Porém, de acordo com a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, a pasta não tem a intenção de atender ao pedido por uma orientação do presidente Jair Bolsonaro.

Em conversas privadas, alguns representantes do ministério admitiram que, de fato, veem a necessidade de regras mais rígidas. Mas auxiliares do ministro já garantiram que "será impossível", segundo a coluna.

© Folhapress / MoniaCris/iShootMovimentação no Hospital Regional do Oeste, na cidade de Chapecó, em Santa Catarina. Hospitais do estado estão lotados devido à pandemia do coronavírus
Ministério da Saúde descarta ação única de restrições por proibição de Bolsonaro, diz jornal - Sputnik Brasil, 1920, 01.03.2021
Movimentação no Hospital Regional do Oeste, na cidade de Chapecó, em Santa Catarina. Hospitais do estado estão lotados devido à pandemia do coronavírus

Os governadores mostram preocupação com a crescente ocupação em UTIs e com desabastecimento de remédios. Eles têm relatado que 21 estados estão com mais de 70% de leitos ocupados. Além disso, dizem que o tempo de internação e a taxa de transmissão são maiores atualmente e que os agentes de saúde da linha de frente no combate à doença estão sobrecarregados.

Neste domingo (28), o Brasil registrou 755 mortes por COVID-19 e 40.495 novos casos nas 24 horas anteriores, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa. No total, o país agora tem 255.018 óbitos e 10.549.129 de diagnósticos. A média móvel de mortes nos últimos sete dias bateu novo recorde, com 1.208.

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