Japão realiza exercícios navais com França e EUA no mar da China Oriental

© AP Photo / Marinha dos EUA / Especialista de comunicação em massa de 2ª classe Kaila V. PetersNavios dos EUA e Japão realizando exercícios no mar do Sul da China
Navios dos EUA e Japão realizando exercícios no mar do Sul da China - Sputnik Brasil, 1920, 20.02.2021
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Neste sábado (20), França, Japão e Estados Unidos realizaram um exercício naval conjunto a oeste da ilha de Kyushu para ensaiar o reabastecimento em movimento, segundo a mídia local.

A informação foi publicada pela emissora japonesa NHK neste sábado (20), citando a Força de Autodefesa Marítima do Japão. De acordo com a NHK, o petroleiro de reabastecimento japonês Hamana foi treinado para reabastecer a fragata Prairial, da França, e o destróier Curtis Wilbur, dos EUA.

Este seria o primeiro desses exercícios realizados pela França desde que o país assinou o Acordo de Aquisição e Serviços Cruzados (ACSA) com o Japão, em 2018. Os acordos ASCA costumam envolver uma prestação bilateral de apoio logístico, bem como alimentos, combustível e também suprimentos militares.

© Foto / WivernO JS Hyuga é o primeiro destróier porta-helicópteros de sua classe da Força Marítima de Autodefesa do Japão.
Japão realiza exercícios navais com França e EUA no mar da China Oriental - Sputnik Brasil, 1920, 20.02.2021
O JS Hyuga é o primeiro destróier porta-helicópteros de sua classe da Força Marítima de Autodefesa do Japão.

Os exercícios ocorrem em meio aos preparos da fragata francesa para dar início ao patrulhamento do mar da China Oriental para evitar que navios norte-coreanos adquiram combustível de navio para navio e contornem as sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Em 22 de janeiro, a China aprovou uma lei autorizando a Marinha chinesa a atirar contra embarcações estrangeiras em águas que Pequim considera soberanas, o que inclui partes do mar da China Oriental sob reivindicação de soberania do Japão. Os EUA se opõem fortemente ao aumento da presença militar da China nessas águas, considerando a situação como uma ameaça estratégica para si e seus aliados na região.

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