Biden no G7: China e COVID-19 serão os temas centrais dos EUA no encontro

© REUTERS / Jonathan ErnstJoe Biden, presidente dos EUA, fala durante evento na Casa Branca em Washington, EUA, 22 de janeiro de 2021
Joe Biden, presidente dos EUA, fala durante evento na Casa Branca em Washington, EUA, 22 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 15.02.2021
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discutirá a pandemia do novo coronavírus, a recuperação econômica e os "desafios" impostos pela China durante sua primeira reunião do G7, disse a Casa Branca em um comunicado.

De acordo com o publicado pela agência Reuters no domingo (14), a Casa Branca aponta que Biden se concentrará "em uma resposta global à pandemia da COVID-19", além da coordenação para a produção e distribuição de vacinas e a recuperação econômica mundial.

O comunicado da Casa Branca também ressalta a importância de todos os países industrializados manterem o apoio econômico para a recuperação e medidas coletivas para a reconstrução após a crise da pandemia.

A reunião virtual do G7 será realizada na sexta-feira (19) e é organizada pelo Reino Unido. Essa será a primeira vez que o grupo se reunirá desde abril de 2020 e também a primeira vez em que Biden se reunirá com os líderes dos países do grupo como presidente.

© REUTERS / Carlos BarriaMilhares de bandeiras dos EUA são colocadas no National Mall em homenagem às vítimas de COVID-19 no país
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Milhares de bandeiras dos EUA são colocadas no National Mall em homenagem às vítimas de COVID-19 no país

Ainda segundo o comunicado, o presidente norte-americano pretende discutir a "necessidade de fazer investimentos para fortalecer" a competitividade coletiva do grupo e a importância de atualizar as regras globais para enfrentar desafios econômicos como os impostos pela China. Ações para o combate ao aquecimento global também farão parte da agenda.

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson disse no fim de semana que planeja pedir mais cooperação na batalha contra a COVID-19 durante o evento virtual do G7, que reúne, além dos líderes de EUA e Reino Unido, também os da Alemanha, França, Itália, Japão e Canadá.

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