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Cientistas investigam se vacinas para outras doenças podem ajudar contra a COVID-19

© REUTERS / Ueslei MarcelinoFuncionária de saúde aplica dose da vacina de Oxford contra coronavírus em hospital de Brasília
Funcionária de saúde aplica dose da vacina de Oxford contra coronavírus em hospital de Brasília - Sputnik Brasil, 1920, 11.02.2021
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Especialistas acreditam que um reforço na vacinação da BCG e da Tríplice Viral pode ter uma contribuição na prevenção da COVID-19. A princípio, a ideia poderia servir para pessoas mais jovens, que ainda estão longe de serem vacinadas contra o coronavírus.

Cientistas brasileiros e estrangeiros estão em busca de alternativas para a prevenção da COVID-19. E duas vacinas muito comuns em todo o mundo contra outras doenças, a BCG (antituberculose) e a Tríplice Viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) podem conter algum tipo de contribuição, conforme publicado pelo jornal Estadão nesta quinta-feira (11).

Além de induzir uma resposta imunológica específica contra os agentes para os quais foram desenvolvidas, as duas também criam uma reação genérica contra outros agentes infecciosos. Agora, o trabalho dos pesquisadores, ainda incipiente, é descobrir se esses imunizantes podem servir para o combate ao novo coronavírus.

© REUTERS / Amanda PerobelliSenhora recebe dose da vacina contra COVID-19 no Pacaembu, São Paulo, 8 de fevereiro de 2021
Cientistas investigam se vacinas para outras doenças podem ajudar contra a COVID-19 - Sputnik Brasil, 1920, 11.02.2021
Senhora recebe dose da vacina contra COVID-19 no Pacaembu, São Paulo, 8 de fevereiro de 2021

Segundo alguns especialistas, um reforço na vacinação da BCG e da Tríplice Viral talvez seja útil na prevenção da COVID-19. A aplicação, neste caso, se daria, principalmente, em pessoas mais jovens, já que o segmento ainda está longe de receber a vacina específica contra o coronavírus.

"Pode ser uma conduta interessante diante de uma doença para a qual não temos ainda tratamento e frente a perspectiva de levarmos ainda muito tempo para conseguir vacinar todo mundo com o imunizante específico", afirmou o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), Juarez Cunha.

De acordo com o especialista os resultados preliminares "indicam que as pessoas que receberam essas vacinas têm alguma proteção para casos de doença sintomática e de internações". No entanto, ele ressalta que os resultados ainda não foram publicados: "Ainda é cedo para fazer uma recomendação", disse Cunha.

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