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Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quarta-feira, 3 de fevereiro

© AFP 2022 / Mauro PimentelÍndio guarani recebe dose de vacina contra a COVID-19, em Maricá, Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 2021
Índio guarani recebe dose de vacina contra a COVID-19, em Maricá, Rio de Janeiro, 20 de janeiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 03.02.2021
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Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais importantes desta quarta-feira (3), marcada pela confirmação da eficácia da vacina Sputnik V contra a COVID-19, por acordo entre Rússia e EUA no Ártico e pela investigação da OMS no Instituto de Virologia de Wuhan.

Ministério da Saúde investiga morte de crianças yanomamis por COVID-19

Nesta terça-feira (2), o Ministério da Saúde enviou equipe para investigar a décima morte de criança indígena por suspeita de COVID-19. As investigações serão realizadas na Terra Indígena yanomami, no estado de Roraima. Bebê de um ano, da comunidade Taremou, teria falecido há cerca de uma semana em Alto Alegre, após apresentar sintomas de COVID-19. De acordo com boletim da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), 1.276 yanomamis teriam sido infectados pelo novo coronavírus. O Brasil registrou mais 1.240 mortes e 56.240 casos de COVID-19, totalizando 226.383 óbitos e 9.286.256 diagnósticos da doença, informou consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

© REUTERS / Bruno KellyAgentes da Saúde levam vacinas contra a COVID-19 para comunidades ribeirinhas em Manacapuru, Amazonas, 1º de fevereiro de 2021
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Agentes da Saúde levam vacinas contra a COVID-19 para comunidades ribeirinhas em Manacapuru, Amazonas, 1º de fevereiro de 2021

Guarulhos e mais 11 prefeituras querem adquirir vacina russa contra COVID-19

Nesta terça-feira (2), a prefeitura de Guarulhos e outros 11 municípios do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê assinaram carta de intenção para adquirir 300 mil doses da vacina russa contra a COVID-19, Sputnik V. Os prefeitos indicam que, caso nem a União nem o estado de São Paulo adquira o imunizante, os municípios realizarão a compra. A farmacêutica União Química, que obteve o direito de produzir a vacina no Brasil, informou que aguarda autorização da Anvisa para produzir e entregar cerca de 150 milhões de doses da vacina em 2021.

  • A revista científica The Lancet confirmou na terça-feira (2) a eficácia de 91,6% da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19. A eficácia contra casos moderados e graves da doença atingiu 100%. No mesmo dia, o México aprovou o uso emergencial da vacina. A chanceler alemã, Angela Merkel, notou os "bons dados" da Sputnik V e disse que "todas as vacinas são bem vindas na União Europeia". Cerca de 15 países autorizaram o uso da vacina, que já está disponível para todos os maiores de 18 anos em território russo.
© Sputnik / Aleksei KudenkoAgente da Saúde segura caixa da vacina Sputnik V, em ponto de vacinação na Praça Vermelha, Moscou, Rússia, 18 de janeiro de 2021
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Agente da Saúde segura caixa da vacina Sputnik V, em ponto de vacinação na Praça Vermelha, Moscou, Rússia, 18 de janeiro de 2021

EUA e Rússia assinam acordo para monitorar poluição no Ártico

Nesta quarta-feira (2), as Guardas Costeiras de Rússia e EUA atualizaram o Plano Conjunto de Contingência (JCP, na sigla em inglês) para monitorar a poluição no oceano Ártico. As ações devem se focar na região de fronteira entre os dois países, no estreito de Bering. "O JPC atualizado promove um sistema coordenado para planejar, prepara e responder a incidentes com substâncias poluentes nas águas entre EUA e Rússia", informou a Guarda Costeira norte-americana. Mais tarde, o enviado especial da chancelaria russa para cooperação no Ártico, Nikolai Korchunov, declarou que o risco de conflito militar na região é relativamente baixo. "Não há problemas no Ártico que demandem uma solução militar. Todas as questões podem e devem ser resolvidas na mesa de negociações", disse o diplomata. 

© REUTERS / Yereth RosenMar do estreito de Bering, na fronteira entre os EUA e a Rússia (foto de arquivo)
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quarta-feira, 3 de fevereiro  - Sputnik Brasil, 1920, 03.02.2021
Mar do estreito de Bering, na fronteira entre os EUA e a Rússia (foto de arquivo)

Equipe da OMS visita Instituto de Virologia de Wuhan

Nesta quarta-feira (3), equipe de especialistas da Organização Mundial de Saúde (OMS) visitou o Instituto de Virologia de Wuhan, em meio à investigação sobre as origens do novo coronavírus. A equipe investiga a possibilidade de o vírus ter sido vazado do Instituto, que mantinha amostras do mesmo em laboratório. O governo chinês nega a hipótese, apresentando evidências de que o vírus estaria em circulação na Europa antes de dezembro de 2019, quando foi detectado pela primeira vez em Wuhan. A equipe da OMS está em território chinês desde o dia 14 de janeiro e conduz inspeções em hospitais, mercados e institutos de pesquisa.

© AFP 2022 / Hector Retamal Equipe da Organização Mundial da Saúde (OMS) chega no Instituto de Virologia de Wuhan, na província de Hubei, China, 3 de fevereiro de 2021
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Equipe da Organização Mundial da Saúde (OMS) chega no Instituto de Virologia de Wuhan, na província de Hubei, China, 3 de fevereiro de 2021

Variante do Reino Unido pode ter sofrido nova mutação preocupante

Nesta terça-feira (2), Agência de Saúde da Inglaterra (PHE, na sigla em inglês) informou ter detectado nova mutação na variante do coronavírus do Reino Unido em 11 pacientes na região sul do país. A nova mutação seria similar às detectadas na África do Sul e no Brasil, reportou a Reuters. "É absolutamente importante que a gente encontre e elimine [a nova mutação]", disse o secretário de Saúde britânico, Matt Hancock, nesta quarta-feira (3). Para ele, medidas como rastreamento de contatos, testes massivos e distanciamento social são fundamentais para conter a propagação da nova mutação.

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