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'O vírus pode ser controlado', diz diretor da OMS após queda global de novos casos

© REUTERS / Alexander ErmochenkoMulher recebe dose da vacina contra a COVID-19 Sputnik V na Ucrânia
Mulher recebe dose da vacina contra a COVID-19 Sputnik V na Ucrânia - Sputnik Brasil, 1920, 01.02.2021
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Redução de novos casos da COVID-19 no mundo é um indício de que é possível controlar o vírus e suas mutações, disse nesta segunda-feira (1º) o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. 

A Organização Mundial da Saúde registra até o momento 102.399.513 casos do coronavírus e 2.217.005 mortes. No dia 10 de janeiro, foram contabilizados 833.105 novos casos, enquanto no dia 31 houve registro de 501.996 novos contágios. 

"Pela terceira semana consecutiva, o número de novos casos da COVID-19 relatados globalmente caiu", disse em coletiva de imprensa o diretor da OMS sobre informe atualizado ao fim da semana passada. 

Tedros frisou que "ainda existem muitos países com números crescentes de casos, mas, a nível global, essa é uma notícia encorajadora". 

Segundo o diretor da OMS, isso significa que o "vírus pode ser controlado, mesmo com as novas variantes em circulação". 

"E isso mostra que, se continuarmos mantendo as mesmas medidas comprovadas de saúde pública, podemos prevenir infecções e salvar vidas", acrescentou. 

Após queda em 2020, casos subiram

Por outro lado, Tedros ressaltou que, no ano passado, o número de casos globais chegou a cair na maioria dos países, mas os governos abriram a economia cedo demais e os indivíduos baixaram a guarda para o vírus, o que, segundo ele, fez a COVID-19 voltar com força. 

O diretor da OMS disse ainda que, "à medida que as vacinas são lançadas, é vital que todos nós continuemos a tomar as precauções para nos mantermos seguros". 

O país com o maior número de casos da COVID-19 são os Estados Unidos, seguidos pela Índia e Brasil, que apresenta aumento de contágios e mortes. Em relação aos óbitos, os EUA também lideram o ranking, seguidos por Brasil, México e Índia, de acordo com levantamento da Universidade Johns Hopkins. 

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