Sétima Frota dos EUA explica violação da fronteira russa pelo destróier John S. McCain

CC BY-SA 2.0 / Força Naval de Superfície / 170614-N-DL434-064O destróier USS John S. McCain (DDG 56) da Marinha dos EUA (foto de arquivo)
O destróier USS John S. McCain (DDG 56) da Marinha dos EUA (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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O comando da Sétima Frota da Marinha dos Estados Unidos explicou a entrada do destróier dos EUA John S. McCain em águas territoriais da Rússia.

O destróier dos EUA John S. McCain, que entrou em águas territoriais da Rússia, realizava operação "para garantir a liberdade de navegação", explicou o comando da Sétima Frota, cuja responsabilidade são a zona oeste do oceano Pacífico e a zona leste do oceano Índico.

"Realizando esta operação [...] os EUA demonstraram que estas águas não fazem parte do mar territorial da Rússia e os EUA não concordam com a declaração da Rússia que o golfo de Pedro, o Grande é uma 'baía histórica' de acordo com leis internacionais", afirmou comando da Sétima Frota.

Conforme referido na declaração, o sistema pelo qual o golfo de Pedro, o Grande faz parte das águas territoriais russas foi anunciado pela URSS em 1984.

Anteriormente, o Ministério da Defesa da Rússia informou que o destróier norte-americano John S. McCain penetrou dois quilômetros nas águas territoriais da Rússia. O navio antissubmarino russo Admiral Vinogradov advertiu o destróier sobre sua violação da fronteira. O navio dos EUA mudou imediatamente seu rumo e seguiu para águas neutras.

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