Forças francesas aniquilam comandante extremista islâmico ligado à Al-Qaeda em Mali

© AP Photo / StringerMilitantes islamitas, Mali (foto de arquivo)
Militantes islamitas, Mali (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Militares franceses anunciam sua última operação no quinto aniversário dos ataques extremistas islâmicos que mataram 130 pessoas em Paris, os quais tiveram como alvo lugares significativos da cidade.

Com ajuda de helicópteros militares, as forças terrestres francesas conseguiram aniquilar um comandante jihadista ligado à Al-Qaeda (organização terrorista proibida na Rússia e em outros países) em Mali, junto com outros quatro jihadistas, anunciaram os militares franceses na sexta-feira (13), conforme reporta o jornal The Hindu.

A operação Terça-Feira teve como alvo Bah Ag Moussa, chefe militar do grupo extremista islâmico RVIM, que estava na lista de sanções da ONU e era considerado responsável por vários ataques contra as forças nacionais e internacionais no Mali, disse o porta-voz militar francês, coronel Frederic Barbry, de acordo com o artigo.

Drones de vigilância ajudaram as forças francesas a identificar o caminhão de Moussa na região de Menaka, no leste do Mali, o qual foi alvejado por vários helicópteros e 15 comandos franceses enviados ao local, conta Barbry. Todas as cinco pessoas no caminhão morreram depois que ignoraram tiros de advertência e dispararam contra as forças francesas, reporta o coronel.

O acontecimento foi descrito por Barbry como um ato de legítima defesa, garantindo que os corpos foram tratados em conformidade com o Direito Internacional Humanitário. O coronel preferiu não comentar se as forças aliadas, incluindo os EUA, contribuíram com inteligência para a operação, explica o jornal.

Uma declaração do ministro da defesa francês disse que Moussa estava encarregado de treinar novos recrutas jihadistas. Foi a última das várias ações francesas no Mali nas últimas semanas que mataram suspeitos de terrorismo.

Os rebeldes extremistas islâmicos foram expulsos do poder no norte do Mali após uma operação militar liderada pela França em 2013, mas se reagruparam no deserto e agora lançam ataques frequentes contra o exército do Mali e seus aliados.

Contudo, a França tem milhares de soldados em uma força chamada Barkhane, na África Ocidental, para ajudar a combater grupos extremistas.

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