China avisa que vai agir depois de Pompeo ter dito que Taiwan não faz parte da China

© AP Photo / Andrew HarnikBandeira da China ao lado da bandeira dos EUA no antigo edifício do Gabinete Executivo no complexo da Casa Branca em Washington
Bandeira da China ao lado da bandeira dos EUA no antigo edifício do Gabinete Executivo no complexo da Casa Branca em Washington - Sputnik Brasil
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China pretende retaliar contra qualquer movimento que prejudique seus interesses fundamentais, afirmou Ministério das Relações Exteriores da China nesta sexta-feira (13).

Na quinta-feira (12), o secretário de Estado dos EUA Mike Pompeo, falando em entrevista a uma rádio norte-americana, disse que "Taiwan não tem sido parte da China", de acordo com agência Reuters.

"Isso foi reconhecido com o trabalho que a administração de Reagan realizou para delinear as políticas que os Estados Unidos têm seguido por três décadas e meia", declarou Pompeo citado pela Reuters.

Os EUA são obrigados por lei a fornecer a Taiwan meios de autodefesa e oficialmente apenas reconhecem a posição da China segundo a qual, Taiwan faz parte dela, mas não reconhecem explicitamente as alegações da China.

Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China Wang Wenbin, afirmou em Pequim, que Taiwan é a parte inalienável da China e que Pompeo prejudicou as relações sino-americanas.

"Dizemos solenemente a Pompeo e sua laia que qualquer comportamento que prejudique os interesses fundamentais da China e interfira nos assuntos internos será recebido com contra-ataque resoluto pela China", declarou citado pela Reuters.

China impôs sanções a empresar norte-americanas que vendem armamento a Taiwan e colocou no ar caças perto da ilha quando altos funcionários dos EUA visitaram Taipé neste ano.

Porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Taiwan, Joanne Ou, agradeceu Pompeo por seu apoio.

"República da China em Taiwan é um país soberano e independente e não é parte da República Popular da China. Isso é um fato e a situação atual", disse ela citada pela Reuters.

China considera Taiwan a questão mais sensível e importante em suas relações com os Estados Unidos e ficou irritada com as intenções dos EUA em apoiar a República da China com a venda de armamento.

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