Estatal russa refuta alegações de promotores sobre falta de resposta no caso MH17

© AFP 2022 / PIROSCHKA VAN DE WOUWAudiência de julgamento no Complexo Judicial de Schiphol, em Badhoevedorp, província do Norte da Holanda, em 28 de setembro de 2020, sobre o caso do voo MH17 da Malaysia Airlines que caiu na Ucrânia em 2014
Audiência de julgamento no Complexo Judicial de Schiphol, em Badhoevedorp, província do Norte da Holanda, em 28 de setembro de 2020, sobre o caso do voo MH17 da Malaysia Airlines que caiu na Ucrânia em 2014 - Sputnik Brasil
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A Almaz-Antey, estatal russa da indústria de armamentos, negou a acusação do Ministério Público holandês de que a empresa não havia enviado resposta a um pedido de nomeação de especialistas para a investigação sobre a queda de um Boeing 777 na Ucrânia em 2014.

Em nota enviada à Sputnik, a companhia afirmou que enviou, sim, todas as informações referentes à assistência legal solicitada pelas autoridades holandesas, tendo recebido, inclusive, uma confirmação por parte das mesmas.

"A Almaz-Antey nega a declaração do escritório do procurador holandês de que o consórcio não enviou uma resposta como parte da investigação sobre a queda do MH17 em julho de 2014. Em 4 de setembro, um e-mail foi enviado ao juiz da investigação na Holanda em resposta a um pedido de assistência jurídica com informações sobre a nomeação de nossos peritos em investigação, e, em 21 de setembro, foi recebida a confirmação do juiz de instrução sobre o recebimento de nossa carta e o estabelecimento de contatos", disse a empresa.

No início das audiências nesta quinta-feira (12), a promotora holandesa Manon Ridderbeks disse que o juiz investigador ainda não havia nomeado especialistas da Almaz-Antey para investigar o caso MH17, já que a parte russa não havia respondido ao seu pedido.

Em 17 de julho de 2014, o voo MH17, da Malaysia Airlines, foi interrompido abruptamente devido a uma queda misteriosa na região de Donetsk, no leste da Ucrânia. O avião, que fazia o trajeto entre Amsterdã a Kuala Lumpur, levava quase 300 pessoas a bordo. Não houve sobreviventes.

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