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Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta segunda-feira, 9 de novembro

© REUTERS / Amanda PerobelliManifestante participa de ato em repúdio à atuação da justiça no caso Mariana Ferrer, em São Paulo, 8 de novembro e 2020
Manifestante participa de ato em repúdio à atuação da justiça no caso Mariana Ferrer, em São Paulo, 8 de novembro e 2020 - Sputnik Brasil
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Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha as notícias mais relevantes desta segunda-feira (9), na qual Biden deve nomear força-tarefa de combate à pandemia, os EUA ultrapassam os dez milhões de casos de COVID-19 e Evo Morales voltará à Bolívia após refúgio na Argentina.

Alcolumbre exige investigação sobre apagão no Amapá

No domingo (8), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), exigiu da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) uma investigação rigorosa sobre a empresa responsável pela subestação que causou o apagão no Amapá. A Justiça Federal determinou multa diária de R$ 15 milhões à concessionária, caso o fornecimento de energia não seja retomado em até três dias. O Ministério das Minas e Energia informou que 76% do fornecimento de energia foi restabelecido, mas moradores denunciam instabilidade no serviço. O estado do Amapá está sob regime de racionamento de energia, que deve ser mantido por até dez dias, informou o governo federal. 

Sem dados de 4 estados, Brasil registra média de 324 mortes diárias por COVID-19

No domingo (8), o Brasil registrou mais 88 mortes e 7.698 novos casos de COVID-19, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa. Os estados do Amapá, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e o Distrito Federal não divulgaram boletim diários. A secretaria de Saúde do Amapá não divulga dados desde a noite de terça-feira (3), em função do apagão em 14 dos 16 municípios do estado. Já São Paulo alega não poder divulgar dados desde o dia 6 de novembro em função de problemas nos dados do e-SUS.

© AFP 2022 / Tarso Sarraf Agentes de saúde visitam paciente na cidade de Igarapé-Miri, no estado do Pará, 28 de outubro de 2020
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Agentes de saúde visitam paciente na cidade de Igarapé-Miri, no estado do Pará, 28 de outubro de 2020

Biden monta força-tarefa de combate à COVID-19 e Trump quer comícios para contestar resultados

Nesta segunda-feira (9), o provável vencedor das eleições presidenciais dos EUA, Joe Biden, vai lançar uma força-tarefa para combater a COVID-19. O grupo formado por 12 cientistas, liderado pelo cirurgião Vivek Murthy, deve elaborar o cronograma de trabalho a ser adotado assim que Biden assumir a presidência dos EUA. Donald Trump, por sua vez, deve realizar comícios com apoiadores para contestar os resultados das eleições norte-americanas, informou o portal Axios. Trump quer criar equipes para recontagem de votos nos estados da Geórgia, Arizona e Pensilvânia.

© REUTERS / Jim BourgPresidente dos EUA, Donald Trump, em seu campo de golfe, em Sterling, Virginia (EUA), 8 de novembro de 2020
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Presidente dos EUA, Donald Trump, em seu campo de golfe, em Sterling, Virginia (EUA), 8 de novembro de 2020

EUA é o 1º país a ultrapassar os 10 milhões de casos de COVID-19

No domingo (8), os EUA se tornaram o primeiro país a ultrapassar a marca dos dez milhões de casos de COVID-19, de acordo com dados da agência Reuters. Somente no sábado (7), mais de 131 mil novos casos da doença foram confirmados no país. Os EUA registraram um milhão de casos em somente dez dias, o ritmo de infecções mais acelerado registrado no país desde que reportou seu primeiro caso de COVID-19, no estado de Washington, há 293 dias. O número de óbitos pela doença ultrapassou os 237 mil. O meio-oeste segue como a região com mais diagnósticos per-capita do país, com destaque para Dakota do Norte e do Sul, Wisconsin, Iowa e Nebraska.

© REUTERS / Brandon BellFamília reage à discurso do provável vencedor das eleições presidenciais dos EUA, Joe Biden, em Atlanta, Geórgia (EUA), 7 de novembro de 2020
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Família reage à discurso do provável vencedor das eleições presidenciais dos EUA, Joe Biden, em Atlanta, Geórgia (EUA), 7 de novembro de 2020

Evo Morales deve retornar hoje à Bolívia

Nesta segunda-feira (9), o ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, deve retornar ao seu país natal após exílio na Argentina. Morales deve visitar a região de Chapare e reunir-se com lideranças camponesas. Após renunciar à presidência por pressão de grupos militares em novembro de 2019, Evo Morales seguiu para o México e, posteriormente, recebeu refúgio na Argentina. A volta do líder camponês vem um dia após a posse do seu aliado e novo presidente do país, Luis Arce. Em discurso de posse conciliador proferido em La Paz, Arce prometeu "reconstruir nossa pátria em unidade para viver em paz". Arce não poupou críticas ao governo de transição e a Jenine Áñez, por alegada má gestão da pandemia de COVID-19 e por perseguir adversários políticos.

© REUTERS / David MercadoPresidente da Bolívia, Luis Arce, acena para apoiadores após cerimônia de posse, no Palácio Presidencial em La Paz, 8 de novembro de 2020
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Presidente da Bolívia, Luis Arce, acena para apoiadores após cerimônia de posse, no Palácio Presidencial em La Paz, 8 de novembro de 2020

Armênia diz que batalha contra o Azerbaijão pela cidade de Shusha ainda não acabou

No domingo (8), o porta-voz do Ministério da Defesa da Armênia, Artsrun Hovhannisyan, afirmou que a batalha pela cidade de Shusha, localizada na região disputada de Nagorno-Karabakh, ainda não acabou. Segundo ele, os combates também seguem na cidade de Martuni. Anteriormente, o Azerbaijão havia anunciado a captura da cidade de Shusha, importante alvo estratégico ao sul da capital da região contestada, Stepanakert. Nesta segunda-feira (9), o serviço de emergência de Nagorno-Karabakh informou que a capital foi alvo de ataques com mísseis de fragmentação, mas que não havia registro de feridos.

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