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Fiocruz informa que vacinação contra COVID-19 deve começar até março de 2021

© Folhapress / Rafael AndradeFuncionário trabalha em laboratório da Biomanguinhos, na Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro (arquivo)
Funcionário trabalha em laboratório da Biomanguinhos, na Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro (arquivo) - Sputnik Brasil
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Vacina da Universidade de Oxford com a farmacêutica AstraZeneca será produzida entre janeiro e fevereiro com acompanhamento da Anvisa, disse a presidente da Fundação.

A pesquisadora Nísia Trindade Lima, presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), informou nesta segunda-feira (2) no Rio de Janeiro que a produção da vacina contra a COVID-19 deve começar entre janeiro e fevereiro de 2021 assim que ela for aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E que a vacinação deve ter início ainda no primeiro trimestre, informou o jornal O Globo.

"A expectativa é que possamos encaminhar a vacina entre os meses de janeiro e fevereiro para começar a produção. A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) irá acompanhar todo o processo. Assim, temos a expectativa de que o processo de imunização comece a ser feito no primeiro trimestre de 2021. A imunização será um dos processos para começar a mudar o impacto dessa pandemia que atingiu toda a sociedade", informou a pesquisadora.

No dia 9 de setembro, a Fiocruz anunciou em entrevista coletiva do Ministério da Saúde que assinou contrato de Encomenda Tecnológica (Etec) com a empresa farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca, detentora dos direitos de produção, distribuição e comercialização da vacina contra a COVID-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford na Inglaterra. 

A informação foi dada pela presidente da Fiocruz durante cerimônia no Cemitério da Penitência, no Caju, Rio de Janeiro. Durante o ato, foi inaugurada a pira "Chama da Esperança" que vai continuar acessa até a descoberta de uma vacina. 

"A chama na Fiocruz significa confiança no trabalho da ciência, de iluminação para o trabalho de toda a pesquisa da nossa instituição. Estamos trabalhando com a ciência para que essa mensagem de esperança se dê a partir de testes e da vacina. O papel da Fiocruz está sendo conduzir a pesquisa científica, reforçar o nosso Sistema Único de Saúde (SUS) e produzir as doses", completou.

O contrato assinado garante ao Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) o acesso a 100,4 milhões de doses do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para o processamento final (formulação, envase, rotulagem e embalagem) e controle de qualidade, ao mesmo tempo em que garante à Fiocruz a transferência total da tecnologia, conforme estabelecido no Memorando de Entendimento assinado em 31 de julho entre as partes.

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