Turquia e Ucrânia querem acelerar assinatura de acordo de livre comércio, anuncia Erdogan

© Sputnik / Ramil Sitdikov / Abrir o banco de imagensPresidente turco Recep Tayyip Erdogan em encontro com o homólogo russo Vladimir Putin (foto de arquivo)
Presidente turco Recep Tayyip Erdogan em encontro com o homólogo russo Vladimir Putin (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (16), em Istambul, presidentes da Turquia e da Ucrânia fizeram compromisso de aprofundar a cooperação entre os países.

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, comunicou nesta sexta-feira (16) que pretende acelerar a assinatura de um acordo de livre comércio com a Ucrânia.

"Estabelecemos a meta de atingir um volume de comércio entre nossos países de até US$ 10 bilhões [R$ 56 bilhões]; pretendemos, juntamente com o presidente da Ucrânia, acelerar a assinatura do acordo de livre comércio", disse Erdogan em entrevista coletiva conjunta ao lado do presidente ucraniano, Vladimir Zelensky.

O presidente turco acrescentou que os países também pretendem aprofundar a cooperação em áreas como turismo, educação e segurança.

Recep Tayyip Erdogan lembrou ainda que, a despeito da pandemia, cerca de 500 mil ucranianos visitaram a Turquia este ano. Para ele, este é um exemplo da proximidade entre os dois países.

Relações alinhadas

Em janeiro de 2019, a Ucrânia comprou drones de ataque turcos Bayraktar TB2.

O então presidente ucraniano Pyotr Poroshenko chamou este acordo de "parte das iniciativas destinadas a ampliar a cooperação militar entre a Ucrânia e Turquia".

"Esses novíssimos drones de ataque de nível tático-operativo, além das características de ponta, também podem ser adicionalmente equipados com foguetes de alta precisão para destruição de veículos blindados, construções de engenharia e fortificação, bem como alvos marítimos", declarou Poroshenko, na época presidente da Ucrânia.

Em julho de 2020, Turquia, Ucrânia e outras nações conduziram exercícios militares no Mar Negro, como missões de patrulha e segurança marítima em águas internacionais.

As atividades contribuíram para o reforço da interoperabilidade entre os países e outros parceiros regionais, como Bulgária, Romênia e Geórgia.

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