Marinha da China realiza exercício antiminas em meio a tensões com Taiwan (VÍDEO)

© AFP 2022 / ADAM WARZAWA / PAPNavios chineses Qiandaohu e Yiyang entram no porto de Gdynia, Polônia, outubro de 2015
Navios chineses Qiandaohu e Yiyang entram no porto de Gdynia, Polônia, outubro de 2015 - Sputnik Brasil
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Flotilhas caça-minas vinculadas aos Comandos do Teatro Sul e Leste do Exército de Libertação Popular (ELP) da China conduziram exercício de fogo para aperfeiçoar a capacidade de eliminação rápida e eficaz de minas em vias marítimas.

Além disso, o exercício tinha como objetivo abrir passagens para outros navios de guerra e forças de desembarque em meio a eventuais tentativas de Taipé de cercar o estreito de Taiwan com minas, escreve jornal Global Times.

Embora não tenha sido especificado se o exercício ocorreu no estreito de Taiwan, a manobra mostrou que o ELP tem como impedir qualquer tentativa de implantação de minas marítimas para obstruir as operações da Marinha chinesa e impossibilitar eventuais táticas de Taipé de instalar minas no estreito de Taiwan para ganhar tempo até a chegada de reforços dos EUA, notam especialistas militares da China.

"Neste exercício, testamos amplamente a capacidade de navios caça-minas de reagir rapidamente, lidar com situações complicadas e conduzir missões de desminagem, definindo, assim, cenários de combate realistas, ambiente de campo de batalha e áreas difíceis de treinamento", afirmou à CCTV He Jing, capitão do navio Liuyang.

Marinha da China conduz exercício submarino de guerra antiminas.

Especialistas militares chineses acreditam que a instalação de minas no estreito de Taiwan mostra como Taipé tenta frear um potencial desembarque anfíbio do ELP como se as forças militares chinesas precisassem de muito tempo para fazer varredura de minas e não lançar um ataque anfíbio em grande escala antes que as rotas marítimas estivessem desobstruídas. Desta forma, Taiwan pensa que pode ganhar tempo e esperar os reforços dos EUA.

Na segunda-feira (21), o Ministério da Defesa de Taiwan declarou que as Forças Armadas da ilha têm direito de se defender e contra-atacar, citando "assédio e ameaças" em um aviso à China.

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