Ossos de rinoceronte antigo, antílope, touros e tigre são encontrados em caverna na Crimeia (FOTOS)

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O rinoceronte tinha "cerca de dois metros de altura e 3,5 metros de comprimento" e foi encontrado com restos de outros animais, segundo pesquisa. Esta é a primeira vez que um Stephanorhinus é encontrado na Rússia.

Paleontólogos encontraram restos de ossos de um antigo rinoceronte da espécie Stephanorhinus na caverna Tavrida, na Crimeia, revelou Dmitry Startsev, o principal metodologista do Museu Zoológico da Universidade Federal Vernadsky da Crimeia, Rússia.

© Foto / Press service of KFUModelo do antigo rinoceronte Stephanorhinus
Ossos de rinoceronte antigo, antílope, touros e tigre são encontrados em caverna na Crimeia (FOTOS) - Sputnik Brasil
Modelo do antigo rinoceronte Stephanorhinus

"Encontramos um dente e uma costela de um jovem espécime do antigo rinoceronte Stephanorhinus. Este é um rinoceronte de dois chifres semelhante ao africano moderno, de cerca de dois metros de altura e 3,5 metros de comprimento."

"Além dos ossos do rinoceronte, encontramos um chifre de um grande antílope, talvez seja uma espécie que ainda não tenhamos encontrado na caverna. Há ossos de touros e a falange de um tigre-dente-de-cimitarra. A composição das espécies da fauna na área da caverna Tavrida ainda está sendo avaliada", afirmou Startsev, citado pela assessoria de imprensa da universidade.

Esta é a primeira vez que restos ósseos de um rinoceronte extinto são encontrados na Rússia.

© Foto / Serviço de imprensaOssos de rinoceronte antigo Stephanorhinus encontrados na caverna Tavrida, Crimeia
Ossos de rinoceronte antigo, antílope, touros e tigre são encontrados em caverna na Crimeia (FOTOS) - Sputnik Brasil
Ossos de rinoceronte antigo Stephanorhinus encontrados na caverna Tavrida, Crimeia

A caverna tem mais de um quilômetro de comprimento, sendo de formação cárstica, o tipo mais comum, e foi encontrada no distrito de Belogorsk, perto da vila de Zuya, durante a construção da rodovia Tavrida em 2018.

A caverna foi percorrida por expedições multidisciplinares, que incluíram especialistas de diferentes áreas como espeleólogos, paleontólogos, arqueólogos, paleobotânicos e especialistas em datação por concentração de radioisótopos. Biólogos coletaram amostras de microrganismos e seu estudo está em andamento. Segundo cientistas, a caverna tem estado selada há pelo menos um milhão de anos.

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