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PF indicia Vale e TÜV SÜD por falsidade ideológica no caso Brumadinho

© Sputnik / Renan LúcioBrasão da Polícia Federal do Brasil (arquivo)
Brasão da Polícia Federal do Brasil (arquivo) - Sputnik Brasil
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A Polícia Federal indiciou 13 funcionários da Vale e da TÜV SÜD por falsidade ideológica no caso Brumadinho. Além dos funcionários, as duas empresas também foram indiciadas.

Ao todo, foram sete funcionários da mineradora Vale e seis membros da consultora TÜV SÜD, indiciados pelos crimes de falsidade ideológica e uso de documentos falsos.

Os indiciamentos fazem parte da primeira parte das investigações da Polícia Federal sobre o caso de Brumadinho, onde a barragem I da Mina Córrego do Feijão rompeu no dia 25 de janeiro deste ano, segundo o portal G1.

© AP Photo / Andre PennerHelicópteros dos Bombeiros sobrevoando área depois do rompimento de barragem em Brumadinho (MG)
PF indicia Vale e TÜV SÜD por falsidade ideológica no caso Brumadinho - Sputnik Brasil
Helicópteros dos Bombeiros sobrevoando área depois do rompimento de barragem em Brumadinho (MG)

A falsidade ideológica teria ocorrido quando funcionários de ambas as empresas firmaram contratos falsos, contendo informações falsas nos documentos de Declaração de Condição de Estabilidade (DCE).

Segundo fontes, entre os indiciados, está um executivo da consultora TÜV SÜD na Alemanha, bem como os gerentes da diretoria de Geotecnia Corporativa, de Gestão de Estruturas Geotécnicas e Gestão de Riscos Geotécnicos da Vale. Além dos coordenadores e engenheiros da TÜV SÜD.

A Polícia Federal segue aguardando a conclusão de perícias criminais para novos indiciamentos ligados a crimes ambientais e de homicídio.

© AP Photo / Leo CorreaBombeiros na área de rompimento de barragem em Brumadinho (MG)
PF indicia Vale e TÜV SÜD por falsidade ideológica no caso Brumadinho - Sputnik Brasil
Bombeiros na área de rompimento de barragem em Brumadinho (MG)

As investigações podem determinar a responsabilidade individualizada referente a ambas as tipificações.

O relatório ainda pede medida cautelar contra os indiciados proibindo os 13 funcionários de prestarem consultorias ou novos trabalhos nessa área.

Até o momento, ambas as empresas não se pronunciaram sobre o caso.

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