Turquia e EUA realizam 1ª patrulha terrestre da 'zona de segurança' na Síria, reporta mídia

© AP Photo / Ministério da Defesa turcoTropas turcas e norte-americanas realizam patrulhas conjuntas em torno da cidade síria de Manbij, em 1º de novembro de 2018 (imagem referencial)
Tropas turcas e norte-americanas realizam patrulhas conjuntas em torno da cidade síria de Manbij, em 1º de novembro de 2018 (imagem referencial) - Sputnik Brasil
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Militares turcos e americanos realizaram neste domingo (8) a primeira patrulha terrestre conjunta da zona de segurança no norte da Síria, informou agência internacional de notícias.

Seis veículos com bandeiras turcas se juntaram a carros de bandeira americana que estão na Síria, a cerca de 15 km a leste da cidade fronteiriça turca de Akcakale, a leste do Eufrates, perto da cidade síria de Tel Abyad, segundo a Anadolu.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan confirmou sua intenção de estabelecer, até o fim de setembro, uma "zona de segurança" no nordeste da Síria junto com os Estados Unidos.

O líder turco disse no início de setembro que seu país não aceitaria nenhum atraso na criação de uma "zona segura" no país árabe e que a estabeleceria sozinho caso as negociações com os EUA não resultassem em nada.

Zona tampão

Em agosto, Ancara e Washington acordaram criar uma "área de segurança" ao leste do rio Eufrates, que serviria como zona tampão entre a fronteira turca e as áreas sírias controladas pelas milícias curdas apoiadas por Washington e que Ancara considera terroristas.

As tensões entre Ancara e os curdos aumentaram em julho de 2015, quando um cessar-fogo entre a Turquia e o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) terminou por causa de uma série de ataques alegadamente cometidos por militantes desse partido.

© AP Photo / Hussein MallaVeículos blindados norte-americanos na Síria (foto de arquivo)
Turquia e EUA realizam 1ª patrulha terrestre da 'zona de segurança' na Síria, reporta mídia - Sputnik Brasil
Veículos blindados norte-americanos na Síria (foto de arquivo)

Damasco protestou contra o acordo que, na sua opinião, ameaça a soberania e a integridade territorial da Síria e viola o direito internacional.

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