Diplomata ucraniano ameaça Rússia com novas sanções se não libertar marinheiros

© Sputnik / Aleksei Malgavko / Abrir o banco de imagensLancha canhoneira blindada Nikopol e rebocador Yany Kapu (em fundo) da Marinha da Ucrânia detidos no porto de Kerch
Lancha canhoneira blindada Nikopol e rebocador Yany Kapu (em fundo) da Marinha da Ucrânia detidos no porto de Kerch - Sputnik Brasil
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O embaixador ucraniano na Alemanha, Andrij Melnyk, disse que se Moscou não cumprir a decisão do Tribunal Internacional de Direito Marítimo (ITLOS, na sigla em inglês), que ordenou à Rússia libertar os marinheiros ucranianos detidos em novembro de 2018, iria pressionar por novas sanções contra Moscou.

No sábado (25), o ITLOS decidiu que Moscou deveria libertar os 24 marinheiros que estavam a bordo dos três navios ucranianos que a Rússia interceptou quando após entrarem em águas russas enquanto navegavam em direção ao estreito de Kerch.

"Se Moscou não cumprir imediatamente o veredicto do Tribunal Marítimo Internacional, promoveremos novas sanções 'de Hamburgo'!", afirmou Melnyk em sua conta no Twitter no sábado (25).

Navios ucranianos Berdyansk, Nikopol e Yany Kapu no porto de Kerch - Sputnik Brasil
Liberação de marinheiros pode reabrir diálogo com a Rússia, diz presidente da Ucrânia
Em 25 de novembro, as navios de guerra Berdyansk e Nikopol, da Ucrânia, e o rebocador Yany Kapu atravessaram ilegalmente a fronteira marítima russa enquanto navegavam em direção ao estreito de Kerch, entrada do Mar de Azov.

A Rússia apreendeu os navios ucranianos e deteve membros da tripulação, que se negaram a respeitar uma ordem de parada. Após o incidente, um processo criminal foi aberto sobre o caso na Rússia.

Moscou tem criticado as tentativas de Kiev de retratar os marinheiros detidos como prisioneiros de guerra, ressaltando que eles enfrentaram acusações criminais.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse que o incidente foi uma provocação preparada antecipadamente como pretexto para declarar lei marcial na Ucrânia, que foi anunciada após o incidente e durou um mês. Putin disse que a provocação pode ter sido associada aos baixos índices de aprovação do então líder ucraniano Pyotr Poroshenko, antes da eleição presidencial que vencida por Volodymyr Zelensky.

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