'Queremos que chineses pensem duas vezes': forças dos EUA treinam conquista de ilha

© AFP 2022 / Yoshikazu TSUNOMilitares norte-americanos junto a caças F-22A Raptor da Força Aérea dos EUA na base militar estadunidense, na ilha de Okinawa, Japão (foto de arquivo)
Militares norte-americanos junto a caças F-22A Raptor da Força Aérea dos EUA na base militar estadunidense, na ilha de Okinawa, Japão (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Forças especiais dos EUA com ajuda de caças furtivos F-35 e de unidades de artilharia praticaram a tomada de uma pequena ilha japonesa como parte de um novo conceito operacional para enfrentar a China na região do Indo-Pacífico.

Os fuzileiros navais, junto com militares do Exército e da Força Aérea dos EUA, participaram da simulação realizada de 11 a 14 de março na ilha japonesa de Iejima, no âmbito das chamadas Operações Expedicionárias de Base Avançada (EABO, sigla em inglês). Estas foram realizadas pela primeira vez desde o fim do confronto dos EUA com o Japão na Segunda Guerra Mundial.

"Estamos prontos para tomar rapidamente o terreno e projetar um poder de combate letal", afirmou o coronel Robert Brodie, comandante da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, citado pela edição Stars and Stripes. "Nós só queremos que os chineses pensem duas vezes antes de fazer suas exigências. É um sinal claro para os chineses de que os EUA não estão brincando", disse.

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Os aviões dos EUA realizaram o reconhecimento da ilha na costa de Okinawa antes de as tropas terrestres e os fuzileiros navais serem posicionados para tomar o aeródromo, de acordo com o comunicado do Corpo de Fuzileiros Navais.

Depois de tomar a pista de pouso, as forças dos EUA procederam à preparação da infraestrutura necessária para os aviões F-35B e C-130J Super Hercules pousarem. Finalmente, as unidades de artilharia chegaram exatamente quando os caças furtivos estavam praticando ataques de precisão.

A nova estratégia dos EUA de projeção de poder e captura de ilhas é “crítica” para fazer frente à crescente influência da China no Indo-Pacífico, disse o general Joseph Dunford, chefe do Estado-Maior Conjunto, ainda no mês passado.

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