Inteligência da Venezuela detém 2 correligionários de Guaidó, um deles tinha armas

© Sputnik / Leo Alvarez / Abrir o banco de imagensLíder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, discursa perante os manifestantes em Caracas
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Nesta quinta-feira (21), o Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (SEBIN) deteve dois correligionários do líder oposicionista Juan Guaidó: Roberto Morrero e Sergio Vergara, comunicou à agência RIA Novosti uma fonte na polícia de Caracas.

"Hoje de madrugada em suas casas foram detidos dois correligionários do líder da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó: Roberto Morrero e Sergio Vergara. A detenção foi feita na área de El Cafetal do município de Baruta. Em casa de Roberto Morrero foram encontrados dois rifles e uma granada", comunicou à agência um oficial da polícia.

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De acordo com ele, até o momento Vergara já foi libertado, enquanto Morrero continua detido. A fonte teve dificuldade em comentar sobre os motivos da detenção.

"Não sei por que foram detidos, a operação foi efetuada pelo SEBIN. Eles nunca dizem os motivos, só cumprem ordens", explicou o policial.

Segundo o correspondente da RIA Novosti, às 08h30 (09h30 em Brasília) a situação na área de El Cafetal é tranquila. Moradores locais confirmaram à agência que as detenções dos correligionários de Guaidó ocorreram na madrugada, aproximadamente às 03h00 (04h00 em Brasília).

Em 21 de janeiro, na Venezuela começaram protestos em massa contra o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, logo depois de ele assumir o segundo mandato presidencial. Em 23 de fevereiro, o líder da oposição do país, Juan Guaidó, se autoproclamou presidente interino do país, tendo sido apoiado pelo Brasil, EUA e vários outros países. Maduro recebeu o apoio de tais países como a Rússia, México, China, Turquia, Indonésia e outros.

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