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'Brasil ama os EUA', diz Guedes ao oferecer abertura unilateral ao governo Trump

© Foto / Fernando Frazão/Agência BrasilMinistro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes
Ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes - Sputnik Brasil
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O ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, disse nesta segunda-feira que seu governo ama os Estados Unidos e está disposto a abrir sua economia unilateralmente.

"O Brasil ama os EUA e eu também", declarou Guedes em Washington, durante um evento organizado pela Câmara de Comércio dos EUA, com a participação de vários investidores.

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O ministro da Economia brasileiro prometeu abrir "unilateralmente" a economia no exterior, não para esperar esmolas, mas para gerar esperança, disse ele.

Guedes disse que o governo de Jair Bolsonaro tem um programa econômico "agressivo" na direção certa.

O presidente brasileiro se reunirá nesta terça-feira com seu colega Donald Trump na Casa Branca, em sua primeira visita aos EUA desde que assumiu o cargo em janeiro.

O ministro da Economia resumiu diante de seus investidores seu plano econômico em três pilares: reforma tributária para redução de impostos, abertura para o exterior e privatizações.

Nesse sentido, ele convidou os americanos a investirem pesadamente no país, especialmente na área de infraestrutura, onde o Brasil ainda tem déficits significativos, e falou especificamente sobre petróleo.

"Em três ou quatro meses estaremos vendendo petróleo, o pré-sal [depósitos no fundo do mar], estamos de portas abertas para esses negócios", afirmou ele, sem dar mais detalhes.

Guedes também garantiu que "a China está disposta a entrar" e "já entrou", já que o país asiático é o principal parceiro comercial do Brasil. Ele também destacou o potencial de seu território em mineração e hectares de terra.

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Ao pedir que os EUA sejam menos protecionistas com as exportações brasileiras, Guedes ressaltou que o Brasil "não é a China" e acrescentou que "aqueles que têm superávit na balança comercial [com os EUA] são eles, não nós".

Ele também lamentou que os EUA ainda sejam um obstáculo para a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

"Nós não entendemos isso, nós merecemos um tratamento melhor do que no passado", comentou, esperando que esta questão seja resolvida graças à harmonia pessoal entre Bolsonaro e Trump.

Guedes iniciou seu discurso defendendo a imagem de Bolsonaro, dizendo que a democracia brasileira, ao contrário do que dizem seus detratores, nunca foi ameaçada, e depois criticou a mídia de massa e o "establishment".

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