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'Brasil condena totalmente essa crueldade', diz Bolsonaro após ataques na Nova Zelândia

© AP Photo / Mark BakerAmbulâncias estacionadas perto da mesquita de Christchurch, Nova Zelândia, onde 40 pessoas foram assassinadas por atiradores nesta sexta-feira, 15 de março de 2019
Ambulâncias estacionadas perto da mesquita de Christchurch, Nova Zelândia, onde 40 pessoas foram assassinadas por atiradores nesta sexta-feira, 15 de março de 2019 - Sputnik Brasil
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O presidente brasileiro Jair Bolsonaro expressou solidariedade às vítimas de dois ataques ocorridos nesta sexta-feira contra duas mesquitas da cidade neozelandesa de Christchurch. Até o momento 50 pessoas morreram, enquanto quase 50 foram hospitalizadas.

"Nossas profundas condolências ao povo da Nova Zelândia, familiares e amigos das vítimas do terrível massacre nas mesquitas em Christchurch. O Brasil condena totalmente essa crueldade! Nos unimos aos neozelandeses em solidariedade neste momento difícil. Que Deus conforte a todos!", escreveu Bolsonaro em sua página no Twitter.

Ao menos quatro suspeitos pelos dois ataques já foram presos pelas autoridades da Nova Zelândia e, até o momento, a principal linha de investigação aponta que se trataria de um crime de ódio.

Ambulância da Nova Zelândia - Sputnik Brasil
Sobe para 50 o número de mortos nos ataques contra mesquitas na Nova Zelândia (FOTOS)

"Uma pessoa, um homem de cerca de 30 anos, foi acusado de homicídio e deve se apresentar no Tribunal de Christchurch amanhã de manhã. Três outras pessoas foram detidas [...] uma não tem nada a ver com este incidente [...] as duas outras ainda estão sob investigação", declarou o comissário da polícia da Nova Zelândia, Mike Bush.

Dois tiroteios nas mesquitas Linwood Masjid e Al Noor, na cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, foram registrados na manhã desta sexta-feira. Um dos suspeitos pelos atentados teria transmitido durante 17 minutos os atentados considerados terroristas pelo Facebook (a rede social já retirou o vídeo do ar).

Segundo o jornal local New Zealand Herald, um dos atiradores é cidadão australiano que escreveu um manifesto de 37 páginas sobre seus planos.

O homem descreveu suas ações como "ataque terrorista", se chamando a si mesmo de fascista. Em seu manifesto, ele disse que as pessoas brancas não se reproduzem e estão a ser substituídas pela "população não europeia" como resultado da imigração massiva – o que ele chamou de "invasão".

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