Pentágono busca meios para ganhar corrida de armas supersônicas

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É vital para EUA restaurar sua vantagem quanto ao desenvolvimento de armas supersônicas, especialmente no âmbito do avanço tecnológico atingido pela China e Rússia na área, insiste o vice-presidente do Estado-Maior dos EUA, general Paul Selva.

Em sua opinião, China está pronta para gastar até "centenas de bilhões de dólares" em resolução de problemas ligados com voos supersônicos. Entretanto, "nós [EUA] usamos outro conceito que prevê a criação de um conjunto de sistemas supersônicos", o jornal National Defense cita as palavras do general.

De acordo com suas palavras, o Pentágono agora está elaborando meios que garantirão o funcionamento e manobrabilidade de veículos aéreos. Além disso, planeja-se aperfeiçoar ataques contra diferentes alvos, tanto os estáticos, quanto os móveis.

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Neste contexto, ele adicionou que o desenvolvimento de veículos aéreos tripulados supersônicos é pouco provável. "Quando vocês criam armas supersônicas, provavelmente não há necessidade de construir plataformas supersônicas tripuladas. E não tenho certeza de que receberá financiamentos", destacou.

Ao mesmo tempo, o vice-presidente do Estado-Maior dos EUA sublinhou que o elemento-chave dos esforços militares norte-americanos exercidos para superar avanços tecnológicos da Rússia e China é a modernização nuclear.

"As capacidades dos arsenais nucleares russos e chineses são, de fato, maiores que as nossas que permanecem relativamente estáticas", adicionou.

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Atualmente, o Pentágono está modernizando o bombardeiro B-21, submarino com mísseis balísticos de classe Columbia, instalações terrestres de resistência estratégica e o míssil de cruzeiro de longo alcance. Não obstante, seus esforços resultam apenas em "melhorias moderadas" em termos de entregas e funcionamento de fábricas nucleares.

Em outubro do ano passado, o chefe do comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação da Rússia, Viktor Bondarev, comunicou que o programa nacional de desenvolvimento de armamentos da Rússia até 2025, inclui uma vasta implicação de armas de alta precisão baseadas em tecnologia supersônica.

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