Sistema de defesa antimíssil dos EUA não repelirá ataque nuclear de adversários

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O sistema de defesa antimíssil terrestre do qual os EUA dispõem, não será capaz de repelir um ataque nuclear massivo se for realizado por seus potenciais adversários – Rússia, China, Coreia do Norte ou Irã.

Tal opinião foi expressa pela congressista estadunidense, Elise Stefanik, em sua coluna editorial no jornal The Washington Examiner.

"EUA estão enfrentando uma crescente ameaça, não apenas da Coreia do Norte e Irã, mas também da Rússia e China. Ao tentarem ampliar sua influência geopolítica, eles nos desafiam em todas as frentes e abalam os interesses nacionais da nossa segurança", escreveu.

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Ao mesmo tempo, a política lembrou que somente 10 de 18 testes do sistema de defesa antimíssil foram efetuados com êxito. No entanto, adicionou, nenhum dos testes foi realizado em condições semelhantes a um ataque real.

Ademais, a congressista adicionou que são necessários quatro interceptores para destruir um alvo inimigo. Isso, por sua vez, afeta de modo negativo a capacidade do sistema de detectar ataques próximos, pois um potencial adversário pode lançar uma armadilha — alvos falsos — e fazer com que interceptores "persigam-nos".

Ao escrever em sua coluna, a especialista também destacou que nos EUA, os sistemas de defesa antimíssil estão posicionados somente no Alasca e na Califórnia, deixando a costa oriental sem nenhuma proteção.

Para remediar a situação, Stefanik propõe posicionar uma parte dos interceptores estadunidenses na base militar de Fort Drum, nos arredores de Nova York.

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