Consultoria de risco aumenta de 40 para 60% as chances de Maduro completar o mandato

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A conceituada consultoria de risco Eurasia aumentou em 20% as chances do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, permanecer no cargo. Empresa cita indiretamente o racha entre os opositores e o controle governista sobre a Assembleia Constituinte.

"O aprofundamento das divisões na oposição e controle institucional total do governo devem impedir uma mudança política forçada no curto prazo", disse a empresa de análise política. 

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A Eurasia faz referência à saída do opositor Henrique Capriles, um dos principais nomes a fazer frente ao governo de Maduro, da Mesa da Unidade Democrática. O ex-candidato presidencial justificou o fim do apoio à coalizão por divergências com o líder Henry Ramos Allup e pelo juramento de quatro governadores do partido perante a Assembleia Constituinte.

Em agosto, a mesma Eurasia dava como praticamente certa a queda do bolivariano. Em um post no site oficial com o título "5 razões pelas quais [o presidente da] Venezuela Nicolás Maduro não vai durar muito", a consultoria citava a "falta de carisma", a "tendência ao autoritarismo", a quebra da economia, o isolamento regional e a falta de apoio da elite venezuelana como sinais da morte política prematura do sucessor de Hugo Chávez.

 

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