Debaixo do gelo da Antártida pode haver um supervulcão

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Os cientistas descobriram uma fonte de calor geotérmico conhecida como plumas mantélicas debaixo da superfície da Antártida.

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O descobrimento feito por investigadores da NASA poderia explicar por que a camada de gelo está se derretendo progressivamente e também poderia ser um fator que contribui para a atual instabilidade da camada de gelo.

Esta pluma mantélica produz quase tanto calor como o supervulcão de Yellowstone e parece estar derretendo parte da Antártida Ocidental a partir de baixo.

As plumas mantélicas levam o material quente para cima desde o interior da Terra e proporcionam magma para as erupções vulcânicas. A área sobre a pluma é o chamado ponto quente.

Os investigadores Helene Seroussi e Erik Ivins da NASA criaram um modelo de áreas de derretimento e congelação debaixo do gelo na região.

O seu modelo mostra a existência de uma pluma de magma expulsando cerca de 150 milivátios de calor por metro quadrado até à superfície da Antártida Ocidental. Para comparar, o Yellowstone produz uns 200 milivátios de calor por metro quadrado.

Segundo a NASA, a pluma mantélica na região da Terra Marie Byrd se formou entre 500 e 110 milhões de anos. Isto foi antes de a camada de gelo da Antártida Ocidental ter surgido.

Faz quase 11.000 anos que a capa de gelo sofreu uma brusca redução quando ocorreram alterações climáticas globais. Alguns especialistas creem que a pluma magnética foi um fator importante nestes eventos – em particular, a rápida diminuição da camada de gelo da Antártida.

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