Em Seul, Trump volta a avisar Coreia do Norte: 'não nos subestime'

© REUTERS / Jonathan ErnstPresidente norte-americano Donald Trump com o seu homólogo sul-coreano Moon Jae-in durante a coletiva de imprensa no palácio presidencial Casa Azul em Seul, 7 de novembro
Presidente norte-americano Donald Trump com o seu homólogo sul-coreano Moon Jae-in durante a coletiva de imprensa no palácio presidencial Casa Azul em Seul, 7 de novembro - Sputnik Brasil
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Em seu aguardado discurso na Assembleia Nacional da Coreia do Sul, Donald Trump advertiu a Coreia do Norte que suas armas nucleares e mísseis não a protegem: "Elas [as armas] estão colocando seu regime em grande perigo".

"As armas que vocês estão desenvolvendo não lhe darão mais segurança", advertiu o presidente dos Estados Unidos, para então completar: "Elas estão colocando seu regime em grande perigo".

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O republicano também classificou Pyongyang como uma "cruel ditadura" e foi aplaudido pelos legisladores sul-coreanos. 

"Hoje, espero falar não só para os nossos países, mas para todas as nações civilizadas, quando digo ao Norte: Não nos subestime e não nos teste", disse Trump. "Defenderemos nossa segurança comum, nossa prosperidade compartilhada e nossa liberdade sagrada".

Trump afirmou que não permitirá que os cidadãos americanos sejam "ameaçados com destruição" e não aceitará chantagem com os aliados dos Estados Unidos.

Apesar do tom bélico, o republicano afirmou estar oferecendo um "caminho para um futuro melhor" para Kim Jong-un.

"Apesar de todos os crimes cometidos contra Deus e contra os homens, nós vamos lhe oferecer um caminho para um futuro melhor."

O mandatário estadunidense também pediu que a comunidade internacional isole Pyongyang.

"Nós pedimos que todas as nações, incluindo China e Rússia, implementem de forma integral as resoluções do Conselho de Segurança da ONU, diminuam as relações diplomáticas com o regime e cortem todos os laços de comércio e tecnologia".

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