Chefe da polícia de Orlando: atirador declarou lealdade aos terroristas do Daesh

© REUTERS / Steve NesiusAmigos e familiares de vítimas em Orlando perto do clube Pulse após o tiroteio. 12 de junho, 2016
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John Mina, o chefe da polícia da cidade americana de Orlando, estado de Flórida, que continua em choque após tiroteio e tomada de reféns no domingo, informou que o criminoso declarou lealdade ao grupo Daesh (proibido na Rússia).

​"Havia fidelidade ao Estado Islâmico [Daesh]" quando o atirador estava falando por telefone com o 911 durante a situação de reféns, informou o chefe policial.

Ainda segundo ele, o atirador tentou negociar com a polícia, dizendo que estava usando um colete com explosivos.

​Durante as conversações com a polícia, Omar Mateen, cidadão americano que, de acordo com últimos dados, causou a morte de 49 pessoas no clube Pulse, "não estava pedindo muito. Nós estávamos fazendo a maior parte do que ele estava pedindo," disse John Mina.

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Ele informou igualmente que a polícia forçou o atirador a parar com os tiros e recuar a um banheiro com os reféns após o tiroteio.

Enquanto, infelizmente, este já não é o primeiro caso de troca de tiros nos Estados Unidos, este se tornou no mais mortal na história, com maior número de vítimas mortais que o incidente de 2007 no Instituto Politécnico e Universidade Estadual da Virgínia que ceifou as vidas de 32 pessoas.

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