Mais vale pouco do que nada? 26 missões da coalizão internacional contra Daesh

© AP Photo / French ArmyCaças Rafale da Força Aérea da França se prerarem apoiar a coalizão internacional contra o Estado Islâmico, 27 de setembro de 2015
Caças Rafale da Força Aérea da França se prerarem apoiar a coalizão internacional contra o Estado Islâmico, 27 de setembro de 2015 - Sputnik Brasil
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Em 1 de fevereiro, a coalizão internacional liderada pelos EUA realizou seis missões aéreas na Síria e 20 no Iraque contra o grupo terrorista Daesh.

Os países-membros da coalizão alvejaram a infraestrutura e posições do grupo terrorista, informou o Comando Central dos EUA (CENTCOM na sigla em inglês) num comunicado de imprensa divulgado nesta terça-feira (2).

"Na Síria as forças militares da coalizão realizaram seis missões aéreas usando aviões de ataque, caças e drones," diz-se no comunicado.

De acordo com o documento, as outras 20 missões da coalizão foram realizados para apoiar as tropas governamentais do Iraque.

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Segundo divulgado, os ataques aéreos de 1 de fevereiro foram realizados nas proximidades de três cidades sírias, Raqqa, Dayr Az Zawr e Manbij, e destruíram um posto tático dos jihadistas, parte de uma fábrica de transformação de petróleo e gás, um campo de treinamento e vários edifícios.

No Iraque, a coalizão realizou ataques perto de sete cidades ao norte e ocidente de Bagdá, inclusive Ramadi e Sinjar. Os ataques destruíram unidades táticas dos terroristas e posições de fogo.

Mais cedo o CENTCOM informou que tinha realizado 152 ataques aéreos durante de uma semana.

​O grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e reconhecido como terrorista pelo Brasil) autoproclamou-se "califado mundial" em 29 de junho de 2014, tornando-se imediatamente uma ameaça explícita à comunidade internacional e sendo reconhecido como a ameaça principal por vários países e organismos internacionais. 

Porém, o grupo terrorista tem suas origens ainda em 1999, e depois da invasão norte-americana no Iraque em 2003, esta organização começou a fortalecer-se, até transformar-se, em 2006, no Estado Islâmico do Iraque. 

A ameaça representada por esta entidade foi reconhecida pelos serviços secretos dos EUA ainda naquela altura, mas reconhecida secretamente, e nada foi feito para contê-la. Como resultado, surgiu em 2013 o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que agora abrange territórios no Iraque e na Síria, mantendo a instabilidade e fomentando conflitos.

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