Quase 3.000 mortos nos ataques liderados pelos EUA contra o Estado Islâmico na Síria

© AFP 2022 / AFPTV / AFPUm militante do Estado Islâmico caminha sobre escombros na Síria.
Um militante do Estado Islâmico caminha sobre escombros na Síria. - Sputnik Brasil
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De acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (SOHR, na sigla em inglês), os ataques aéreos da coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico (EI) na Síria mataram quase 3.000 pessoas, incluindo civis, desde o lançamento de suas operações.

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Segundo relatou a organização nesta terça-feira (23), foram documentadas as mortes de 2.896 pessoas desde setembro de 2014 até hoje de manhã. Destas, pelo menos 162 eram civis, incluindo 51 crianças.

A maioria dos mortos nos ataques eram militantes do EI, enquanto que mais de 100 eram insurgentes pertencentes a outros grupos extremistas, como a Frente al Nusra.

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De acordo com o SOHR, é provável que o número real de vítimas seja ainda mais alto, já que os militantes costumam ocultar o número de baixas nos ataques aéreos.

O EI é um grupo jihadista que assumiu grandes partes do Iraque e da Síria, com a pretensão de estabelecer um califado nas áreas sob seu controle.

A coalizão internacional liderada pelos EUA vem lançando ataques aéreos contra as posições do grupo no Iraque desde agosto de 2014, tendo expandido a operação para a Síria em setembro do mesmo ano, sem, contudo, coordenar suas ações com o governo em Damasco.

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