Analista: ao contrário de Obama 'Putin diz o que faz e faz o que diz'

© AP Photo / Evan Vucci, FilePresidentes Vladimir Putin e Barack Obama
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O escritor norte-americano Stephen Lendman comparou os líderes da Rússia e dos EUA, entregando palavras pouco lisonjeiras em relação a Barack Obama: Vladimir Putin é um homem de ação, enquanto o presidente dos Estados Unidos é um "mentiroso em série".

Lendman fornece uma longa explicação em seu recente artigo intitulado "Discurso direto de Putin versus discurso ambíguo de Obama" (Putin Straight Talk v. Obama Double Talk).

"Putin diz o que faz e faz o que diz. Seu estilo é direto. Ele realiza aquilo que diz. Obama é o polo oposto — um inveterado mentiroso em série sem qualquer tipo de credibilidade", disse o analista.

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A lista de crimes de Obama, definidos por Lendman, não tem fim. Mas em suma, o presidente dos Estados Unidos fala só por falar, mas nunca realmente mantém a palavra. 

Obama fala frequentemente sobre os muçulmanos, sobre seus direitos e bem-estar. Se ele fosse um homem de palavra, ele iria acabar imediatamente todas as guerras no Oriente Médio, a desestabilização nos países da região e "a perseguição das pessoas islâmicas no país e no exterior".

O escritor não deixou as "revoluções coloridas" e a Primavera Árabe sem uma menção. Se Obama realmente quisesse a paz e a prosperidade de outras nações, ele deixaria de tentar "mudar os regimes em países independentes um após o outro".

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O presidente dos Estados Unidos gosta de se envolver em retórica sobre os direitos humanos, mas as agências de inteligência dos EUA continuam elas próprias envolvidas em vigilância em massa, descoberta pelo ex-colaborador da CIA  Edward Snowden.

Durante o Fórum Econômico Internacional em São Petersburgo, Vladimir Putin disse clara e justificadamente que Washington está buscando um novo confronto bipolar, a Guerra Fria 2.0. 

"Os conflitos militares locais não levam à Guerra Fria, mas as decisões globais, tais como a saída unilateral dos EUA do Tratado Antimísseis Balísticos, levam. Isso realmente é um passo que nos empurra para uma nova rodada de corrida armamentista, porque muda o sistema de segurança global", disse o presidente russo.

Lendman declarou sem rodeios que as decisões nos Estados Unidos estão sendo tomadas por "lunáticos" e, enquanto isso não mudar, um confronto entre o Oriente e o Ocidente será possível. De fato, a possibilidade de isso agora acontecer "é maior do que em qualquer outro momento da Guerra Fria".

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