Mídia dos EUA divulga informações sobre novas sanções antirrussas

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Os EUA e a União Europeia estão preparando novas sanções antirrussas, que estão sendo negociadas, divulgou a mídia norte-americana.

De acordo com os relatos, as partes estão negociando a possibilidade de ampliar a chamada lista negra, bem como sanções nas áreas financeira, energética e de defesa. As declarações foram feitas por altos funcionários norte-americanos e diplomatas europeus, que pediram anonimato, divulgou o canal de TV norte-americano CNN:

“As fontes sublinharam que as possíveis medidas restritivas, que poderão ser apresentadas proximamente por líderes ocidentais, incluem a ampliação da lista negra de empresas e pessoas e o aumento das restrições contra os setores financeiro, energético e de defesa da Rússia.”

Segundo declarou um alto funcionário norte-americano à CNN, no caso de uma escalada do conflito em Donbass, a reação do Ocidente será muito rápida.

O pretexto para aumento das sanções pode ser qualquer confronto na linha de frente no leste da Ucrânia, sublinharam as fontes.

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Segundo o famoso homem de negócios alemão Reinhold Wurth, a Europa deve deixar a confrontação e unir-se. Em caso contrário, os EUA e a China vão dividir a Europa, declarou uma das pessoas mais ricas da Alemanha à publicação sueca Neue Zürcher Zeitung.

Os negócios de Wurth, bem como de muitos outros empresários, sofreram com as sanções antirrussas porque o volume de comércio com a Rússia diminuiu significativamente. Ele opina que a Rússia e o Ocidente poderiam chegar a acordo e opina que a política oficial contra a Rússia tem alternativas.

Kiev e Donbass estão em estado de guerra desde abril de 2014, quando as autoridades de Kiev lançaram uma operação militar no sudeste do país para sufocar os movimentos de independência na região.

É de notar que Moscou tem repetidamente declarado que não é parte do conflito no país vizinho e só foi mediador durante a assinatura dos Acordos de Minsk.

Em meados de fevereiro deste ano, os lados em conflito assinaram em Minsk um acordo de cessar-fogo, com a mediação dos líderes da Rússia, da Ucrânia, da França e da Alemanha. As partes concordaram em parar as hostilidades e em afastar seus armamentos pesados da linha de frente, mas desde então ambos os lados têm relatado violações da trégua.

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