Conflitos no Afeganistão e no Paquistão deixaram cerca de 150 mil mortos

© AFP 2022 / MUNIR UZ ZAMAN / AFPSoldados da 173ª brigada de paraquedistas dos EUA no Afeganistão
Soldados da 173ª brigada de paraquedistas dos EUA no Afeganistão - Sputnik Brasil
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Um estudo divulgado por especialistas norte-americanos revelou que, aproximadamente, 150 mil pessoas morreram no Afeganistão e no Paquistão desde o início dos combates dos EUA contra o Talibã.

O levantamento, realizado pelo Instituto Watson de Estudos Internacionais, como parte de um programa sobre os "Custos da guerra", mostra também que o número de feridos nestes dois países, desde 2001, é superior a 162 mil. 

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Apesar dos anúncios de retirada das tropas americanas, adiada pelo presidente Barack Obama, a pesquisa indica que o conflito no Afeganistão está se intensificando, ao invés de estar se aproximando do fim, já que o número de vítimas não parou de crescer ao longo dos últimos anos. E, na verdade, a decisão de manter os quase 10 mil soldados americanos no país por mais tempo, segundo o Instituto Watson, é uma prova de que a guerra está longe de terminar.  

No Paquistão, onde, de maneira geral, os combates perderam força nos últimos tempos, o conflito continua intenso na região noroeste do país, o que contribui para o aumento no número de vítimas. 

De acordo com os responsáveis pelo estudo, os dados apresentados levam em consideração principalmente os mortos e feridos, civis e militares, de maneira direta, já que é extremamente complicado avaliar o número de vítimas indiretas, atingidas por problemas como a desnutrição, falta de cuidados ou abrigos etc. 

 

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