Irã pretende mudar condições de exportação de petróleo para China

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A China vai pagar uma parte do petróleo iraniano com dinheiro efetivo ou esses recursos serão transferidos pelo Irã para países terceiros em troca de produtos de exportação, relata a agência iraniana Tasnim, citando o chefe da Câmara de Comércio Irã-China, Asadollah Asgaroladi.

Ele ressaltou que as relações entre dois países estão se construindo numa base de longo prazo e elas não dependem do levantamento das sanções contra Teerã.

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De acordo com Asgaroladi, depois da retirada das sanções, o comércio entre o Irã e países ocidentais deve se expandir, mas isso não levará à redução do comércio entre o Irã e a  China. Por exemplo, o sexto programa de desenvolvimento do Irã em 2016-2020 prevê um aumento anual do volume do comércio entre o Irã e a China em 20%.

Entretanto, Asgaroladi observou que há algumas controvérsias em relação à importação de produtos chineses. Na opinião da parte iraniana, é necessário melhorar a qualidade destes produtos.

Asgaroladi também disse que o volume de comércio entre o Irã e a China atingiu 52 bilhões de dólares. As exportações iranianas para a China constituem 55% do montante total (incluindo petróleo, gás e petroquímica). 

Segundo o acordo com o lado chinês, o Irã importa produtos chineses em troca do dinheiro obtido com a venda do petróleo. Mas o Irã preferia usar parte deste dinheiro para importação dos produtos de outros países, por exemplo, da Coreia do Sul e do Japão, ou receber dinheiro efetivo. Neste contexto, o Irã e a China já têm feito consultas e alcançaram o acordo necessário.

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